- A Queima das Fitas do Porto começa no sábado, com milhares de estudantes a comprar traje académico preto.
- A procura por vestuário académico aumenta à medida que maio se aproxima.
- Muitos vão viver a primeira Queima das Fitas ou participar pela última vez como membros da Academia.
- Mesmo com preços estáveis face ao ano passado, alguns procuram alternativas mais económicas, incluindo plataformas de segunda mão.
- Também há a opção de alugar trajes, com custos bem inferiores aos da compra.
Da Serenata ao Cortejo, o Porto volta a vestir-se de negro para a Queima das Fitas. A procura pelos trajes académicos aumenta à medida que maio se aproxima, vindos de estudantes de várias fases da universidade. A tradição mantém-se, com muitos a optar por vestuário específico para a ocasião.
Quem está envolvido inclui estudantes recém-chegados à Queima, bem como os veteranos que participam no evento pela última vez. Lojas de vestuário académico registam o movimento tradicional de venda e ajuste de trajes, essencial para o ritual de celebração.
O que acontece é simples: muitos consumidores adiam a compra ou aluguer até perto da data. Quando a Queima das Fitas do Porto arranca no sábado, a disponibilidade de modelos, tamanhos e cores já é um fator decisivo para quem compra.
Onde ocorre tudo isto é no Porto, nos estabelecimentos dedicados à venda de trajes académicos e, ainda, nas plataformas de segunda mão que surgem como alternativa aos preços da prática de varejo. A enchente de clientes repete-se todos os anos.
Porquê? A tradição de vestir o traje académico durante a Queima mantém-se como símbolo de pertença e de passagem. Além disso, o aluguer ou a compra de segunda mão surge como opção mais acessível para muitos estudantes.
Mudança nos hábitos de consumo
Apesar de os preços manterem-se estáveis face ao ano anterior, a procura por opções mais económicas cresce. Além das lojas, recorrem-se plataformas de venda de roupa usada como complemento à compra tradicional.
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