- A Comissão Europeia abriu candidaturas no âmbito do Mecanismo Interligar a Europa (MIE-E) com uma dotação de seiscentos milhões de euros para projetos de infraestruturas energéticas transfronteiriças.
- O convite está aberto até 30 de setembro e destina-se a Projetos de Interesse Comum (PIC) e Projetos de Interesse Mútuo (PIM) constantes na lista da União Europeia.
- Portugal pode ficar abrangido por dois dos projetos de interligação elétrica mencionados na lista, com ligações a Espanha (ES).
- Os projetos em causa são Beariz-Fontefría (ES), Fontefría (ES)-Ponte de Lima (PT) e Ponte de Lima-Vila Nova de Famalicão (PT), incluindo subestações em Beariz, Fontefría e Ponte de Lima.
A Comissão Europeia abriu candidaturas no espaço do Mecanismo Interligar a Europa (MIE-E), com uma dotação de 600 milhões de euros para financiar infraestruturas energéticas transfronteiriças. O anúncio ocorreu nesta quinta-feira, visando apoiar projetos de interconexão na UE. O objetivo é acelerar a consolidação de redes transfronteiriças e aumentar a segurança de abastecimento.
O convite está aberto até 30 de setembro e dirige-se aos Projetos de Interesse Comum (PIC) e aos Projetos de Interesse Mútuo (PIM) que constam das listas oficiais da União Europeia. As propostas devem cumprir critérios técnicos e de conformidade com as metas de energia, clima e integração de mercados.
Portugal pode concorrer a dois projetos de interligação eléctrica com a Espanha, dentro do âmbito do MIE-E. As ligações elegíveis são Beariz-Fontefría (ES), Fontefría (ES)-Ponte de Lima (PT) e Ponte de Lima-Vila Nova de Famalicão (PT). Estão incluídas subestações em Beariz (ES), Fontefría (ES) e Ponte de Lima (PT).
Condições e prazos
A seleção de projetos terá em conta custos, impacto ambiental, cronogramas e benefícios para o mercado único. As propostas devem estar alinhadas com as listas PIC e PIM e cumprir os critérios de elegibilidade definidos pela Comissão.
Os investimentos visam facilitar o fluxo transfronteiriço de energia, melhorar a resiliência das redes e promover a integração regional no mercado interno da UE. As candidaturas devem ser submetidas pelas entidades competentes responsáveis pelos projetos.
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