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Advogada brasileira libertada pela Justiça portuguesa por homicídio

Lacuna legal impede medidas coercitivas; advogada brasileira, residente na Maia, é posta em liberdade enquanto a extradição fica suspensa à espera de asilo

A cidada brasileira foi detida em Agosto em Moura, onde passava férias, numa operação conjunta da Judiciária com a Guardia Civil espanhola e o Ministério Público do Rio Grande do Sul
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  • A advogada brasileira Francismara Machado, residente na Maia, foi posta em liberdade pela justiça portuguesa.
  • Ela tem ordem de extradição para o Brasil para cumprir uma longa pena de cadeia por homicídio do companheiro.
  • O Tribunal da Relação do Porto libertou-a devido a uma lacuna legal que não prevê medidas de coacção nestas circunstâncias.
  • A extradição permanece suspensa, à espera do pedido de asilo que o advogado apresentou ao Estado português.
  • Foi esgotado o prazo máximo de detenção de 45 dias para a sua extradição.

Francismara Machado, advogada brasileira residente na Maia, foi libertada pela justiça portuguesa após o término do prazo máximo de detenção de 45 dias relacionado com uma ordem de extradição para o Brasil, para cumprir uma condenação por homicídio do companheiro.

A libertação ocorreu por uma lacuna legal que impede a aplicação de outras medidas de coacção nestas circunstâncias, segundo explicou o Tribunal da Relação do Porto, enquanto a extradiação fica suspensa.

A suspensão deve-se ao pedido de asilo apresentado pela defesa ao Estado português, que aguarda uma decisão sobre esse pedido. A decisão do tribunal baseou-se na ausência de alternativas legais disponíveis no momento.

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