- A Venezuela assinou com a ENI um contrato para desenvolver atividades primárias na área Junín-5, visando aumentar a produção de gás e petróleo no campo da faixa petrolífera do Orinoco.
- A assinatura ocorreu no palácio Miraflores, em Caracas, na presença da presidente Delcy Rodríguez, da ministra dos Hidrocarbonetos Paula Henao, do presidente da PDVSA Héctor Obregón e do diretor de operações da ENI Venezuela, Guido Brusco.
- O campo Junin-5 é gerido há mais de uma década pela PetroJunin, uma associação entre a PDVSA e a ENI, com a participação maioritária da estatal venezuelana.
- O acordo soma-se a contratos já assinados com a norte-americana Chevron e a espanhola Repsol, em contexto de estímulos ao setor por parte dos EUA.
- A televisão estatal Venezuelana (VTV) descreveu o entendimento como uma das maiores apostas de investimento previstas para a Venezuela.
O governo da Venezuela assinou nesta quarta-feira um contrato com a empresa italiana ENI para aumentar a produção de gás e petróleo no campo Junin-5, na faixa petrolífera do Orinoco, no sul do país. O acordo visa desenvolver atividades primárias na área, segundo a imprensa estatal.
A ministra dos Hidrocarbonetos, Paula Henao, o presidente da PDVSA, Héctor Obregón, e o diretor de operações e recursos da ENI Venezuela, Guido Brusco, assinaram o contrato. A cerimónia decorreu no palácio presidencial de Miraflores, em Caracas.
O campo Junin-5 é gerido pela PetroJunin, uma associação entre PDVSA e ENI, em que a estatal venezuelana detém a maior participação. O acordo reforça a cooperação entre as duas empresas no setor energético do país.
Este movimento soma-se a acordos já firmados com a Chevron, dos Estados Unidos, e a Repsol, de Espanha. A iniciativa insere-se num momento de impulso ao setor energético venezuelano, promovido pelo Governo para ampliar a produção.
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