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Atirador do jantar dos correspondentes acusado de tentar assassinar Trump

Atirador do jantar dos correspondentes da Casa Branca é acusado de tentativa de assassinato de Donald Trump, após deixar manifesto em que se intitula "assassino federal amigável"

No rescaldo do ataque de sábado
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  • Cole Allen, 31 anos, apresentou-se esta segunda-feira perante um juiz no Tribunal Distrital dos Estados Unidos, no Distrito de Columbia.
  • Foi formalmente acusado de tentativa de assassinato do Presidente dos EUA, Donald Trump.
  • O suspeito deixou um manifesto no qual se apresenta como um “assassino federal amigável”.
  • a Casa Branca responsabiliza os democratas e jornalistas pelo ataque.
  • O ataque ocorreu no sábado, no contexto do jantar dos correspondentes da Casa Branca.

O atirador do jantar dos correspondentes da Casa Branca, Cole Allen, 31 anos, foi esta segunda-feira ouvido por um juiz do Tribunal Distrital dos EUA, Distrito de Columbia, e formalmente acusado de tentativa de assassinato do Presidente Donald Trump. O caso ocorreu após o ataque do fim de semana, num evento social em Washington.

Allen deixou um manifesto no qual se apresenta como um “assassino federal amigável”, segundo informações recolhidas pela agência. As autoridades não confirmaram motivações oficiais nem se houve ligação a grupos extremistas, mantendo a investigação em curso.

A Casa Branca responsabiliza democratas e jornalistas pelo ataque, conforme comunicado divulgado pela equipa de comunicação. Fontes oficiais indicam que as autoridades estão a trabalhar para esclarecer o contexto, o plano e o eventual objetivo do agressor.

Investigação e próximos passos

As autoridades prosseguem com a investigação para apurar antecedentes, eventuais ligações e a origem do manifesto. O processo judicial deverá avançar nos próximos dias, com a defesa a preparar os argumentos legais cabíveis. O Gabinete do Procurador não comentou novas informações até ao momento.

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