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Tiago Antunes abdica da Provedoria de Justiça após alegação de cancelamento

Tiago Antunes abdica da candidatura à Provedoria de Justiça, alegando cancelamento e violação de acordo entre PS e PSD

Tiago Antunes falhou eleição para provedor de Justiça em derrota do acordo PSD-PS
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  • Tiago Antunes disse no Expresso que foi vítima de cancelamento e afastou-se da corrida à Provedoria de Justiça.
  • A eleição para provedor de Justiça ficou aquém do necessário, com 104 votos favoráveis entre 230 deputados, tendo 86 brancos e 36 nulos; precisava de 154.
  • Segundo ele, haveria um acordo alargado entre o Partido Socialista e o Partido Social-democrata para avançar com o nome, firmado há nove meses, que não foi honrado.
  • Vai permanecer na universidade, a lecionar Direito, e afirmou estar orgulhoso da carreira académica e do serviço prestado ao país.
  • O secretário-geral do PS disse estar em diálogo com Tiago Antunes para avaliar uma nova candidatura, elogiando a integridade do jurista e afastando pendor partidário.

Tiago Antunes, antigo secretário de Estado socialista, disse ter sido vítima de cancelamento e afastou-se da corrida para a Provedoria de Justiça. Em um texto no Expresso, afirma que a campanha pública foi infundada e decide não avançar com a candidatura.

O debate em torno da Provedoria de Justiça começou com a eleição que ficou aquém do necessário. No plenário, Antunes reuniu apenas 104 votos favoráveis, entre 230 deputados, ficando longe dos 154 que garantiriam a maioria qualificada.

Segundo fontes parlamentares, o conjunto de votos mostrou 86 brancos e 36 nulos, o que ilustra a ausência de acordo entre os deputados. O candidato indicado pelo PS, com entendimento inicial com o PSD, não conseguiu obter o apoio esperado.

Antunes lamenta que tenha havido uma campanha baseada em falsas acusações e aponta para um acordo alargado entre líderes do PS e do PSD, firmado há nove meses. O ex-governante afirma ter surgido sem o apoio necessário para avançar sem esse acordo.

A revelar ainda o que lhe ocorreu, o ex-secretário de Estado afirma que continuará ligado à academia, dedicando-se ao ensino de Direito. Reitera que a vida profissional e o contributo ao país permanecem, para si, prioritários.

No sentido de uma possível nova candidatura, o secretário-geral do PS indicou que o partido mantém diálogo com Antunes para avaliar uma eventual recandidatura, destacando a qualidade e integridade do jurista e a ausência de pendor partidário.

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