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Polícia recupera quase 300 obras de Picasso e Miró em Penalva do Castelo

Polícia Judiciária recupera 278 obras de arte, incluindo Picasso e Miró, pertencentes a norte-americano falecido em 2024; há ainda artefactos arqueológicos de várias eras

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  • A Direção do Centro da Polícia Judiciária recuperou 278 obras de arte em Penalva do Castelo, pertencentes a um cidadão norte‑americano que morreu em 2024.
  • Entre as obras constam pinturas, litografias, serigrafias, esculturas e objetos de origem arqueológica, de várias épocas.
  • Os autores identificados incluem Pablo Picasso, Joan Miró, David Hockney, Albrecht Dürer, Pierre Bonnard e Juan Downey.
  • Além de obras de arte, foram encontradas peças que parecem ter produção arquitetónica do período anterior a Cristo, incluindo esculturas entre o século I a.C. e o século XVIII, bem como artefactos de Neolítico e da Antiguidade.
  • O Museu Nacional Machado de Castro, em Coimbra, colaborou nas diligências, e o inquérito está a cargo do Departamento de Investigação e Ação Penal de Viseu.

Quase 300 obras de arte foram recuperadas pela Polícia Judiciária (PJ) em Penalva do Castelo. A operação envolveu 278 peças que pertenciam a um cidadão norte-americano falecido em 2024. A apreensão ocorreu no âmbito de diligências da PJ, com o foco em um antigo funcionário do autor.

Entre as obras estão pinturas, litografias, serigrafias, esculturas e artefactos de origem arqueológica. A lista de autores inclui Pablo Picasso e Joan Miró, bem como David Hockney, Albrecht Dürer, Pierre Bonnard e Juan Downey. Os investigadores indicam diversidade de estilos e períodos.

Espólio antigo e origens diversas

A PJ também recolheu elementos que aparentam ser produções artísticas e arquitetónicas de períodos anteriores a Cristo, cobrindo a Pré-História e a Antiguidade. Há esculturas datadas entre o século I a.C. e o XVIII, além de artefactos arqueológicos de origens como a Pérsia, o Médio Oriente, a América Central e do Sul, África, China e Síria.

O Museu Nacional Machado de Castro, em Coimbra, colaborou nas diligências, e o inquérito está a cargo do DIAP de Viseu. As autoridades não divulgaram detalhes sobre o valor das peças nem sobre as motivações da guarda do espólio.

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