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Caças franceses chegam para defender o espaço aéreo no Báltico

Caças Rafale franceses chegam à Lituânia para defender o espaço aéreo do Báltico, com pilotos portugueses e romenos, numa operação rotativa da NATO para evitar escalada

O avião de combate francês Rafale.
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  • Um grupo de caças Rafale franceses chegou à Lituânia para integrar a Missão de Proteção do Céu Báltico da NATO, acompanhados de pilotos de Portugal e Roménia nos próximos meses.
  • A missão é parte de uma operação rotativa que protege o espaço aéreo dos Estados Bálticos desde 2004, com aumento de escala após a anexação da Crimeia pela Rússia em 2014.
  • Os franceses deslocaram quatro Rafale para a base aérea de Siauliai; Portugal e Roménia também participam no controlo do espaço aéreo da região.
  • Oficiais da NATO destacam que, recentemente, aviões russos frequentemente não informam os controladores de tráfego aéreo dos seus planos de voo e desligam transponders, complicando a vigilância.
  • Um responsável francês sublinhou que, embora a Rússia possa parecer distante, qualquer violação das fronteiras da NATO exige resposta coordenada, mantendo a operação sem escaladas indesejadas.

Do grupo de pilotos franceses que chegou à Lituânia faz parte da Missão de Proteção do Céu Báltico da NATO. Os Rafale chegam acompanhados por pilotos de Portugal e da Roménia, que vão defender os céus da região nos próximos meses.

A base aérea de Siauliai, onde decorrerá a operação, recebe aeronaves de forma rotativa desde 2004, quando os Estados Bálticos aderiram à aliança. A escalada começou a aumentar a partir de 2014, com a anexação da Crimeia pela Rússia.

Os franceses trouxeram quatro caças Rafale para a missão; os aviões são acompanhados por pilotos portugueses e romenos, que também vão participar na defesa do espaço aéreo báltico.

Contexto da operação

O responsável da ala aérea francesa destaca que a prioridade é evitar escaladas e manter distância de segurança. A cooperação entre os países aliados é essencial para observar a situação sem aumentar tensões.

Segundo autoridades da NATO, os caças, aviões de reconhecimento e bombardeiros russos muitas vezes não informam os controladores de tráfego aéreo estrangeiros dos seus planos de voo e desligam respondedores usados para identificação a partir do solo.

Na terça-feira, a atividade incluíu ações de escolta a dois bombardeiros russos Tu-22M3 sobre águas neutras do Báltico, envolvendo também aeronaves francesas Rafale.

Uma nota de oficiais franceses ressalta que a Rússia pode parecer distante para Paris, mas que qualquer violação das fronteiras da NATO envolve o envolvimento direto dos membros da aliança.

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