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Fruta símbolo da Madeira ganha museu

Museu da Banana da Madeira revela a história, cultivo e curiosidades da fruta, com ferramentas digitais e ambição de aumentar visitas.

Neste espaço, entre o vale montanhoso e o mar, é dada a conhecer a história e um conjunto de curiosidades sobre a banana, através de ferramentas imersivas e digitais
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  • O Centro da Banana da Madeira (BAM), em Lugar de Baixo, Ponta do Sol, combina museu, estufas, plantações e cafetaria, dedicado à banana da Madeira.
  • O espaço apresenta 18 variedades de banana, usa ferramentas imersivas e um assistente virtual chamado Pedro; oferece ainda um holograma do ciclo de vida da bananeira.
  • A banana da Madeira tem origem no sudeste asiático e chegou à ilha através de navegadores; o BAM visa partilhar a história, curiosidades e boas práticas de cultivo.
  • Em 2025 o BAM atraiu cerca de 65 mil visitantes, com perspetiva de chegar a 85 mil; produz cerca de 50 a 55 toneladas de banana por ano no espaço.
  • Horários: 9h-18h (inverno) e até 19h (verão); bilhete normal a 9 euros; residentes na Madeira não pagam no último sábado de cada mês; produtores e familiares entram gratuitamente.

O Centro da Banana da Madeira (BAM) abriu as portas no Lugar de Baixo, Ponta do Sol, há quase quatro anos. O museu, junto a estufas e plantações, divulga a história da banana da Madeira, desde a sua chegada ao arquipélago até ao atual cultivo.

Originária do sudeste asiático, a banana encontrou na Madeira um microclima favorável. Hoje, o BAM exibe 18 variedades, das quais a maioria não é comercializada, e utiliza recursos imersivos para contar a evolução da bananeira.

O que o BAM oferece

O espaço apresenta um holograma que mostra o ciclo de vida da banana no início da visita. Um guia explica a origem da planta e o facto de ter sido trazida para a ilha após o descobrimento.

O museu destaca ainda um guia virtual, chamado Pedro, que responde a perguntas pré-programadas em várias línguas, oferecendo dados sobre produção e características da bananeira.

Dados e funcionamento

O BAM é gerido pela Gesba, empresa pública do setor agroalimentar. Além do museu, as instalações incluem estufas, áreas de cultivo e uma cafetaria onde a banana é a protagonista.

A produção anual no centro varia entre 50 e 55 toneladas, com sete trabalhadores. As visitas são pautadas pela intenção de demonstrar técnicas de cultivo utilizadas pelos produtores locais.

Visitas e acesso

O espaço recebeu 65 mil visitantes em 2025 e estima chegar a 85 mil este ano. O bilhete normal custa nove euros, com entrada gratuita para residentes na Madeira no último sábado de cada mês. Produtores e familiares visitam gratuitamente.

As estufas do BAM permitem observar bananas a amadurecer, assegurando material didático para entender o cultivo. O objetivo é tornar o museu autossustentável e ampliar a oferta educativa.

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