- Na terceira sessão do julgamento de Mário Ferreira por fraude fiscal no caso do navio Atlântida, as testemunhas não esclareceram a acusação.
- As declarações variaram entre “uma vaga ideia” e “não me lembro”, sem trazer fatos relevantes ao caso.
- A primeira testemunha era antiga secretária de empresas criadas em Malta por Mário Ferreira, supostamente para fugir a impostos em Portugal.
- Também não houve memória clara sobre mensagens enviadas ou recebidas relacionadas ao negócio polémico.
Na terceira sessão do julgamento em que Mário Ferreira é acusado de fraude fiscal no caso do navio Atlântida, duas testemunhas convocadas não contribuíram para a tese da acusação. Os depoimentos, marcados por lacunas de memória, não esclareceram os contornos do negócio.
A primeira testemunha, anteriormente secretária de empresas criadas em Malta por Mário Ferreira, afirmou ter pouca memória sobre o empreendimento e sobre mensagens relacionadas ao alegado esquema. O testemunho não permitiu confirmar detalhes relevantes para o caso.
Testemunhas sem memória não ajudam a acusação
O coletivo do Tribunal de São João Novo prossegue a análise dos elementos apresentados, com a defesa a sustentar a falta de precisão nos relatos. A audiência seguiu sem que as declarações agregassem evidência decisiva para a acusação.
Entre na conversa da comunidade