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Suspeito de ataque com cocktail molotov é militante do PS e será expulso

Homem de 39 anos detido pela PJ por alegado lançamento de cocktail molotov numa marcha junto à Assembleia da República é militante do PS; o partido suspendeu-o preventivamente e aponta expulsão

Suspeito de atirar cocktail-molotov é militante do PS e deverá ser expulso do partido
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  • Um homem de 39 anos foi detido pela Polícia Judiciária por suspeita de arremessar um “cocktail molotov” durante a “Marcha pela Vida” junto à Assembleia da República, em março.
  • O suspeito é militante do Partido Socialista, que já abriu um processo para o expulsar do partido.
  • A detenção ocorreu pela Unidade Nacional de Combate ao Terrorismo, no âmbito de uma investigação a crimes de natureza terrorista e de ofensas à integridade física grave.
  • Foram efetuadas buscas domiciliárias e foram apreendidos elementos que indicam motivação ideológica; o inquérito está a cargo do Departamento Central de Investigação e Ação Penal.
  • O PS informou que o militante está suspenso preventivamente e que o caso foi encaminhado à Comissão Nacional de Jurisdição; o detido foi apresentado ao Tribunal Central de Instrução Criminal para o primeiro interrogatório.

Um homem de 39 anos foi detido pela Polícia Judiciária (PJ) por suspeita de lançar um cocktail molotov durante a manifestação Marcha pela Vida, junto à Assembleia da República. A detenção ocorreu a 21 de março, no âmbito de uma investigação de natureza terrorista, detenção de arma proibida e ofensas à integridade física grave.

A primeira ocorrência ocorreu quando o suspeito arremessou um engenho incendiário na direção de participantes, entre os quais famílias com crianças. Foram realizados actos de busca domiciliária, com a apreensão de elementos que indicam motivação ideológica. O inquérito está a cargo do Departamento Central de Investigação e Ação Penal.

Suspensão do militante e posição do PS

O Partido Socialista confirmou ter tomado conhecimento da ligação do suspeito ao partido por via da comunicação social. O caso foi remetido à Comissão Nacional de Jurisdição, que determinou a suspensão preventiva do militante. O PS afirmou que não pactua com violência e que este comportamento é absolutamente intolerável.

O detido foi presente a primeiro interrogatório judicial no Tribunal Central de Instrução Criminal, na quarta-feira. Ainda não foram divulgadas as medidas de coação aplicadas.

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