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MP requer prisão efetiva para cuidador que matou e enterrou idoso em Esposende

MP pede prisão efetiva para cuidador argelino acusado de homicídio e ocultação de cadáver de idoso em Esposende; mulher fugiu ao Brasil, filha de 13 ajudou no encobrimento

Salah Mammeri está a ser julgado no Tribunal de Braga
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  • O Ministério Público de Braga solicita prisão efetiva para Salah Mammeri (40 anos), argelino, condenado por homicídio e ocultação de cadáver de António Amaral dos Santos (85 anos).
  • Sandra Mammeri, esposa de Salah, fugiu para o Brasil após o crime e continua em liberdade; Salah está em prisão preventiva.
  • O casal é acusado de ter assassinado o idoso em casa, para desapoderarem-se dos seus cartões bancários, com levantamentos e pagamentos no total de 1.120 euros.
  • O cadáver foi colocado numa caixa de plástico, transportado de carro e enterrado no pinhal de Ofir; a filha de Sandra, de 13 anos, ajudou na ocultação.
  • A leitura do acórdão está marcada para o dia 7 de maio no Tribunal de Braga.

O Ministério Público de Braga pediu ao Tribunal de Braga a condenação a prisão efetiva de Salah Mammeri, argelino de 40 anos, no caso que envolve a morte de António Amaral dos Santos, de 85 anos. O crime aconteceu em Apúlia, Esposende, na casa onde o idoso estava em acolhimento partilhada com a mulher do alegado autor.

Sandra Mammeri, acusada de homicídio e ocultação de cadáver, fugiu para o Brasil após o sucedido e mantém-se em liberdade. Salah está em prisão preventiva, enquanto a mulher continua procurada pelas autoridades. O casal era registado como família de acolhimento de idosos numa instituição da Póvoa de Varzim.

Durante as alegações finais, o MP defendeu a condenação de Salah por homicídio e ocultação de cadáver, ainda que o arguido não tenha assumido a autoria do crime. Confessou ter ajudado a ocultar o corpo, responsabilizando a mulher pelas circunstâncias da morte.

Ao longo do julgamento, foi relatado que o idoso terá sido baleado? Não. O Ministério Público sustenta que o crime visou apoderar‑se dos cartões bancários do idoso, com levantamentos e pagamentos que totalizaram 1120 euros. O cadáver foi colocado numa caixa de plástico e enterrado no pinhal de Ofir.

A acusação acrescenta que a filha de Sandra, uma menor de 13 anos, ajudou na ocultação do cadáver. As investigações indicam ainda que o casal contava com apoio de terceiros para encobrir o crime. A leitura do acórdão está marcada para 7 de maio.

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