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Greve da CGTP afeta escolas e serviços públicos na sexta-feira

Greves e a manifestação da CGTP na sexta-feira podem condicionar o funcionamento de escolas, serviços públicos e IPSS

Manifestação de contestação da CGTP à reforma laboral realiza-se esta sexta-feira, 17 de Abril
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  • A CGTP convocou uma manifestação em Lisboa para sexta-feira, 17 de Abril, entre a praça do Saldanha e o Parlamento, sob o lema “Abaixo o pacote laboral”.
  • Várias organizações já anunciariam pré-avisos de greve para esse dia, com impacto provável no funcionamento de escolas, serviços públicos, centros de emprego, IPSS e bombeiros.
  • Fenprof (federação dos professores) anunciou greve nacional de docentes, educadores e investigadores para 17 de Abril, das zero às 24 horas, sem necessidade de comunicação prévia.
  • STAL (Administração Local e Regional) decretou greve de 00h00 a 24h00 no dia 17 de Abril, abrangendo trabalhadores da Administração Local e Regional, empresas públicas e entidades associadas.
  • Fiequimetal anunciou paralisação para o mesmo período, com possível prolongamento ou antecipação conforme a duração dos turnos, para terminar no dia 18 em alguns horários.

A CGTP convocou uma manifestação para sexta-feira, 17 de Abril, em Lisboa, entre a praça do Saldanha e o Parlamento, contra o projeto de reforma laboral apresentado pelo Governo. A sessão terá início de manhã e deve mobilizar vários sindicatos; paralelamente, várias entidades anunciaram greves que podem condicionar o funcionamento de escolas e serviços públicos. O objetivo é expressar oposição ao pacote laboral denominado Trabalho XXI.

A iniciativa surge num contexto de negociações com a Concertação Social. No dia anterior, a CGTP já havia feito questão de estar presente, apesar de não ser ouvida em algumas reuniões convocadas pelo Ministério do Trabalho, que decorrem paralelamente aos encontros formais com a UGT e as confederações empresariais.

Quem participa e o que está em causa

A Fenprof, federação dos professores, anunciou greve geral de docentes, educadores e investigadores para 17 de Abril, das 0h00 às 24h00, para que haja participação na manifestação em Lisboa. Os docentes que aderirem não precisam de comunicar a sua decisão previamente.

O STAL, Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional, também decretou greve de 0h00 a 24h00, abrangendo trabalhadores da Administração Local e Regional, incluindo empresas municipais, fundações, concessionárias e IPSS, bem como trabalhadores de educação não superior e bombeiros.

A Fiequimetal, Federação Intersindical de indústrias, convocou paralisação para o mesmo dia, com efeitos que podem estender-se a turnos a partir de 17 de Abril e até ao final do turno no dia 18, ou iniciar-se mais cedo conforme horários de cada turno.

Potenciais impactos

A greve de várias entidades pode condicionar o funcionamento de escolas, centros de emprego, IPSS, bombeiros e outras empresas públicas e privadas. O objetivo comum é marcar posição contra o pacote laboral apresentado pelo Governo.

As entidades enfatizam que a paralisação pode afetar o atendimento e a prestação de serviços ao público ao longo do dia 17 de Abril, com possibilidade de extensões conforme os horários de turnos. A coordenação entre os sindicatos e a mobilização prevista visam pressionar negociações sobre o conteúdo da reforma laboral.

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