- Paulo João Santos, diretor-executivo do Correio da Manhã (CM), disse que o falhanço das negociações entre o Irão e os Estados Unidos não é surpresa.
- Afirmou que as posições estavam muito extremadas.
- Indicou que não haveria aproximação em 48 horas.
- O CM destacou a dificuldade de reduzir tensões entre as partes num curto espaço de tempo.
- Não houve indicação de soluções ou datas futuras no comentário.
Paulo João Santos afirmou que o falhanço das negociações entre o Irão e os EUA era previsível, sobretudo devido às posições consideradas extremadas. O diretor-executivo do CM apontou que não haveria aproximação em um curto espaço de tempo, como 48 horas.
Segundo o dirigente, as divergências entre as partes estavam muito acentuadas, o que inviabilizou qualquer avanço rápido. A leitura é de que o timing não favoreceu a construção de um entendimento imediato.
As negociações, que vinham a ser acompanhadas por observadores internacionais, entraram numa fase de maior impasse. A análise de Santos sustenta que um gesto concreto seria necessário para reduzir as desconfianças entre ambos os lados.
O CM não divulgou novas informações sobre datas futuras para retomar o diálogo. O foco passa a estar em eventuais mudanças de posição que possam abrir espaço para negociação, conforme a leitura do responsável.
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