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Advogada brasileira condenada por homicídio solicita asilo para evitar extradição

Advogada brasileira condenada a 25 anos, que vive na Maia, busca asilo para evitar extradição para o Brasil, após perder recurso e entrar em greve de fome

Francismara Machado vivia na Maia há três anos, mas está há cerca de duas semanas na cadeia de Santa Cruz do Bispo à espera de ser extraditada
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  • A advogada brasileira Francismara Machado, que vive na Maia há cerca de três anos, foi condenada a 25 anos de cadeia por ordenar a morte do companheiro.
  • Ela morava na Maia há cerca de três anos e vendia bolos caseiros.
  • Perdeu o derradeiro recurso na justiça portuguesa para evitar a extradição para o Brasil.
  • O objetivo da extradição é cumprir a pena no Brasil, onde foi sentenciada.
  • Segundo o seu advogado, Francismara entrou em greve de fome nesta segunda-feira.

A advogada brasileira Francismara Machado, que reside na Maia há cerca de três anos, foi condenada no Brasil a 25 anos de cadeia por ordenar o homicídio do companheiro.

Em Portugal, perdeu o derradeiro recurso para evitar a extradição para o Brasil, onde cumpre a pena de prisão. A defesa já tinha contestado a decisão junto dos tribunais portugueses.

Segundo o representante legal, Francismara entrou na greve de fome na segunda-feira, como parte do recurso legal relacionado com o pedido de asilo para impedir a extradição.

O caso levanta questões sobre o processo de extradição e a proteção de pessoas acusadas em outros países, mantendo-se, até ao momento, sem confirmação de novos desenvolvimentos oficiais.

Pedido de asilo e próximos passos

  • A defesa afirma que o objetivo é obter proteção internacional enquanto decorre o processo de asilo.
  • A decisão final sobre o pedido cabe às autoridades portuguesas, que avaliam critérios de proteção de refugiados e outros fundamentos legais.

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