- O julgamento do homicídio de Manuel Gonçalves, conhecido como Manu, ficou suspenso pelo Tribunal de Braga.
- A pausa deve-se a um incidente de recusa apresentado pela defesa do arguido, Matheus Marley Machado, que agora segue no Tribunal da Relação de Guimarães.
- A defesa, liderada por António Falé de Carvalho e Marta Bessa Rodrigues, pediu o afastamento de três juízas do tribunal coletivo, alegando falta de imparcialidade.
- O requerimento baseia‑se em transcrições das audiências que, segundo os advogados, demonstram um juízo de pré-julgamento por parte das magistradas.
- O caso segue em curso no Tribunal da Relação de Guimarães, mantendo‑se a suspensão do julgamento.
O julgamento do homicídio de Manuel Gonçalves, conhecido como Manu, agendado para esta segunda-feira no Tribunal de Braga, ficou suspenso. A interrupção deve-se a um incidente de recusa apresentado pela defesa do arguido, Matheus Marley Machado, que já está a ser apreciado pelo Tribunal da Relação de Guimarães.
A defesa, representada pelos advogados António Falé de Carvalho e Marta Bessa Rodrigues, solicitou o afastamento das três juízas do colectivo judicial, alegando falta de imparcialidade. O requerimento baseia-se em transcrições de audiências, que, segundo os causídicos, demonstrariam um juízo de pré-julgamento por parte das magistradas.
Recusa de juízas e impacto no processo
O processo passa agora para a análise pelo Tribunal da Relação de Guimarães, que poderá confirmar ou rejeitar o pedido de recusa. Enquanto isso, mantém-se a suspensão do julgamento, com aguardadas diligências sobre a admissibilidade da recusa. A decisão final pode influenciar a condução do caso e o calendário processual.
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