- A jornalista Maria Cláudia Rodrigues lançou o seu segundo romance, intitulado A Conta que Deus Fez, divulgado pelo grupo Guerra & Paz.
- O livro parte de um caso real e traz a história de uma mãe que morre precocemente, duas irmãs separadas – uma para ser adotada e a outra para ser criada por avós somíticos e violentos – com um segredo inominável no passado da família.
- Assim como o primeiro livro da autora, A Espera de Fernanda, este romance também parte de uma história verídica.
- A obra surgiu, segundo a autora, após a leitura de Adeus, Princesa, de Clara Pinto Correia, que a fez querer escrever.
- A publicação permanece fiel ao tom de reportagem literária, procurando emocionar e surpreender o leitor sem recorrer a julgamentos.
A jornalista Maria Cláudia Rodrigues lançou o seu segundo romance, intitulado *A Conta que Deus Fez*, pela chancela Guerra & Paz. A obra, tal como o anterior, parte de uma história real e assume o tom de ficção inspirado em acontecimentos verídicos.
No romance, elementos dramáticos se cruzam com o passado de uma família marcada por perdas: uma mãe que morre jovem, duas irmãs separadas — uma é adotada, a outra fica aos cuidados de avós descritos como somíticos e violentos — e um segredo difícil de nomear que persiste no tempo. O enredo promete emocionar e surpreender o leitor, segundo a autora.
Maria Cláudia Rodrigues revelou ao CM que a ideia para o livro surgiu ao ler Adeus, Princesa, de Clara Pinto Correia, despertando a vontade de escrever. Tal como o seu primeiro romance, A Espera de Fernanda, publicado em 2020, a obra atual mantém a linha de base em acontecimentos reais, explorando as consequências de escolhas familiares ao longo dos anos.
A autora descreve o projeto como uma evolução criativa, mantendo a linguagem ficcional para iluminar temas complexos que emergem de uma história de vida. Sem revelar detalhes adicionais, o livro é apresentado como uma leitura que combina investigação, memória e as dinâmicas de relações familiares sob pressão.
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