- A rede Guardiãs da Natureza reúne mais de 300 mulheres com projetos em áreas protegidas, conectando empreendedorismo e preservação ambiental, com o turismo a funcionar como elo em muitos casos.
- O grupo é apresentado junto à Rocha da Pena, monumento geológico no Algarve, onde as iniciativas se concentram.
- Joana Almeida, fundadora da empresa de caminhadas Loulé Rural, é destacada como uma das Guardiãs da Natureza.
- A atuação evidencia que o turismo pode apoiar a salvaguarda de património natural e o desenvolvimento local.
- A iniciativa valoriza a aproximação entre comunidades femininas e a gestão de áreas protegidas, promovendo atividades de natureza responsáveis.
A rede Guardiãs da Natureza reúne mais de 300 mulheres com projetos em áreas protegidas, unindo empreendedorismo e preservação ambiental. Em muitos casos, o turismo funciona como elo entre conservação e comunidades locais.
Entre os espaços atendidos estão áreas sensíveis onde a participação feminina pode acelerar iniciativas de gestão, educação ambiental e desenvolvimento sustentável. As Guardiãs atuam em várias regiões, promovendo práticas responsáveis de visitação.
Na região do Algarve, a Rocha da Pena surge como exemplo: um monumento geológico com uma escarpa de mais de 50 metros, situado na encosta sul. A iniciativa destaca a diferença daquele espaço face a outras áreas da região.
Preservação aliada ao turismo
Joana Almeida, fundadora da empresa de caminhadas Loulé Rural, integra o grupo de Guardiãs da Natureza. A sua atuação combina atividades de turismo ativo com sensibilização para a proteção de habitats naturais.
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