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Co-fundador de Dolce & Gabbana deixa presidência e quer vender participação

Dolce & Gabbana confirma a saída de Stefano Gabbana da presidência; a marca avalia vender a participação de 40% para enfrentar pressão de dívida.

Stefano Gabbana, à esquerda, e Domenico Dolce
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  • Stefano Gabbana abandonou o cargo de chairman da Dolce & Gabbana em janeiro, informação que só agora veio a público.
  • Gabbana detém quarenta por cento da empresa; a direção foi tomada por Alfonso Dolce, irmão de Domenico Dolce, com a nota de que a mudança é uma evolução da governance.
  • O co-fundador cessou funções em todas as empresas do grupo, incluindo Dolce & Gabbana Holding Srl, Dolce & Gabbana Trademarks Srl e Dolce & Gabbana Srl; não é claro se continua como co-diretor criativo.
  • A empresa está a ponderar a venda da participação de Gabbana para obter liquidez, face a uma verificação de dívida de cerca de quatrocentos e cinquenta milhões de euros.
  • A Dolce & Gabbana permanece independente, enquanto o setor de luxo enfrenta desafios, contrastando com movimentos de Prada e da Kering no segmento.

Stefano Gabbana deixou o cargo de chairman da Dolce & Gabbana em janeiro, segundo comunicado oficial. A saída só foi divulgada recentemente pela marca italiana de luxo.

A gestão foi substituída por Alfonso Dolce, irmão de Domenico Dolce e atual CEO. Gabbana cessou funções em todas as empresas do grupo, sem que a empresa indique o impacto criativo da decisão.

A marca confirma que Gabbana detém 40% da Dolce & Gabbana Holding Srl. Ainda não está claro se o designer continuará como co-diretor criativo, ao lado de Domenico Dolce.

A empresa enfrenta dificuldades financeiras, e a Bloomberg indica negociações com credores. A dívida atual é de cerca de 450 milhões de euros, após novo empréstimo de 150 milhões.

Para reduzir o montante, a Dolce & Gabbana pondera venda de imóveis e renovação de licenças, procurando mais capital para cumprir obrigações financeiras.

Apesar das dificuldades, a marca mantém independência e continua focada em moda, perfumaria, cosmética e artigos para casa, sem integrar-se em grupos externos.

Outras casas de luxo revelaram movimentos significativos recentemente, como Prada com Versace e Dior/Valentino, em cenários influenciados por crises e políticas de mercado.

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