- Em 2025, os pedidos de desafectação de salas de cinema em Portugal chegaram a 44, com a subida a manter-se este ano.
- A ministra acolheu quatro recomendações do Grupo de Trabalho sobre a exibição cinematográfica, incluindo o envolvimento de municípios, o Instituto do Cinema e do Audiovisual (ICA), a Direção-Geral das Artes (DGAartes) e a Cinemateca Portuguesa no processo.
- Outra medida prevê a realização de um estudo aprofundado de públicos para perceber quem frequenta as salas.
- Ainda está prevista a formação de programadores e dar mais vida à Rede de Centros de Produção Cinematográfica (RCTP) nas prioridades.
- As ações vão avançar na segunda metade do ano.
Os pedidos de desafectação de salas de cinema em Portugal cresceram nos últimos dois anos, chegando a 44 este ano. O total inclui apenas espaços que deixaram de exibir cinema, segundo o Ministério da Cultura, Juventude e Desporto. O facto é Interpretado como parte de uma crise na exibição de cinema no país.
A tutela anunciou que o processo de desafectação passará a envolver entidades quantificadas: municípios, o Instituto do Cinema e do Audiovisual (ICA), a Direção-Geral das Artes (DGA artes) e a Cinemateca Portuguesa. Esta coordenação visa ampliar o escrutínio e a gestão dos espaços afetados.
A medida surge como uma das recomendações do Grupo de Trabalho sobre a exibição cinematográfica, que a ministra Margarida Balseiro Lopes tem vindo a considerar. A posição foi apresentada na sequência de avaliações sobre o funcionamento da rede de salas em Portugal.
Medidas e próximos passos
O ministério também recomendou a realização de um estudo aprofundado de públicos, com foco em compreender preferências e padrões de visionamento. Além disso, há planos para formar programadores e intensificar a atividade da RCTP nas prioridades definidas pelo grupo de trabalho.
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