- Manuel João Ramos, presidente da Associação de Cidadãos Automobilizados, denuncia falta de aposta na segurança rodoviária e lacunas na informação estatística sobre mortes nas estradas.
- Durante a Páscoa, Portugal registou cerca de 2.600 acidentes rodoviários, que resultaram em 53 feridos com gravidade e 20 vítimas mortais.
- Ramos afirma que é possível atravessar Portugal do Minho ao Algarve sem ver uma patrulha da GNR nas estradas.
- O objetivo é chamar a atenção para a falta de investimento e para a insuficiente divulgação de dados estatísticos sobre acidentes e óbitos.
- Os números apresentados comparam-se com períodos homólogos de 2024 e 2025, mostrando um aumento significativo.
Manuel João Ramos, presidente da Associação de Cidadãos Automobilizados, denuncia a fraca aposta na segurança rodoviária em Portugal. Em entrevista, afirma que é possível atravessar o país, do Minho ao Algarve, sem encontrar patrulhas da GNR nas estradas.
A queixa central é a falta de investimento em medidas de segurança e fiscalização rodoviária. O responsável aponta lacunas na informação estatística sobre os mortos nas estradas, o que dificulta a avaliação de políticas públicas.
Durante a Páscoa, o mês registou um aumento significativo de ocorrências. Até segunda-feira, Portugal contabilizava cerca de 2600 acidentes, com 53 feridos graves e 20 mortos, números quatro vezes superiores aos do período homólogo de 2024 e 2025.
As informações advêm da leitura do período de Páscoa e refletem a posição da ACP sobre a perceção pública do risco rodoviário, bem como a necessidade de dados mais completos para orientar ações futuras.
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