- Eugénio Campos é arguido no processo conhecido como “Máfia das Falências”, em investigação pela Polícia Judiciária do Porto.
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- O joalheiro pediu ajuda ao advogado Paulo Topa, que se encontra em prisão preventiva.
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- Segundo o Ministério Público, Campos aceitou entrar num esquema de delapidação do património para evitar o pagamento de dívidas.
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- O divórcio de Campos ocorreu após o delapidar do património.
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- A investigação prossegue pela Polícia Judiciária do Porto.
O joalheiro Eugénio Campos é arguido no processo conhecido como «Máfia das Falências», em curso junto da Polícia Judiciária do Porto. A acusação aponta que participou num esquema de delapidação de património para fugir ao pagamento de dívidas.
Segundo o Ministério Público, Campos pediu ajuda ao advogado Paulo Topa, que se encontra em prisão preventiva. A investigação envolve a alegada cooperação de intervenientes no esquema para ocultar ativos.
O caso insere-se no âmbito de investigações em curso na região do Porto, relacionadas com crimes económicos e de fraude patrimonial. A motivação apontada prende-se com obrigações financeiras não cumpridas.
As autoridades ainda não avançaram pormenores sobre a participação de outros arguidos nem sobre o estado da instrução do processo. O objetivo é esclarecer a extensão do alegado esquema.
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