- O crítico Fernando Melo analisa o Fialho, em Évora, destacando as especialidades de sempre.
- Gabriel partiu em 2013; Manuel faleceu em 2020; Amor deixou-nos em 2023, marcando a história da família dedicada à boa mesa.
- Gabriel ensinou o minimalismo culinário e sublinhou a importância da origem do produto.
- Manuel contribuiu para a Carta Gastronómica do Alentejo, incluindo a influência dos romanos na cozinha alentejana.
- Hoje, Rui Fialho assume a liderança da casa, mantendo a epopeia familiar e o papel de referência da Travessa dos Mascarenhas, em Évora.
O restaurante Fialho, em Évora, continua a marcar a cultura gastronómica da região, mesmo com a perda de figuras centrais da família que o gere. Gabriel deixou o ativo em 2013, Manuel seguiu em 2020 e Amor em 2023. A casa mantém-se associada à tradição da boa mesa alentejana.
O espaço da Travessa dos Mascarenhas, no coração de Évora, foi palco de estas mudanças. Gabriel destacou-se pelo minimalismo culinário e pela importância da origem dos produtos; Manuel foi determinante na Carta Gastronómica do Alentejo, com uma contribuição sobre a influência romana na cozinha local. Inês de Ornellas e Castro teve um papel relevante em todo o processo.
Hoje, Rui Fialho, filho de Amor, assume o papel de porta-estandarte da epopeia familiar. O restaurante continua a ser reconhecido pela continuidade da linha familiar, mantendo o foco na qualidade dos ingredientes e na expressão da tradição gastronómica da região.
Atual liderança e perspetivas
A gestão familiar permanece destacada pela passagem de testemunho entre gerações. Rui Fialho está à frente da casa, preparando-se para manter a identidade do Fialho enquanto se mantém aberto a novas abordagens dentro da cozinha alentejana.
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