- A Assembleia Geral do Novo Banco aprovou as contas do ano passado, com lucro de 828 milhões de euros.
- Não houve previsão de distribuição imediata de dividendos; ficam para o futuro acionista, o grupo Banque Populaire et Caisse d’Epargne (BPCE).
- O montante de cerca de 500 milhões de euros em dividendos fica reservado para o comprador francês.
- As contas também abrem perspetivas de distribuição de mais dinheiro nos próximos anos.
- O pagamento de dividendos no triênio compensa cerca de um terço do investimento feito pelo BPCE.
A assembleia geral do Novo Banco, ainda sob controlo da Lone Star, aprovou na segunda-feira, 23 de Março, as contas do último exercício. O banco reportou um lucro de 828 milhões de euros. Não houve decisão de distribuir dividendos de imediato.
Os dividendos previstos, estimados em cerca de 500 milhões de euros, permanecem para o futuro acionista, o grupo Banque Populaire et Caisse d’Epargne (BPCE). A medida mantém as ações de venda em compasso estável.
Além disso, o relatório indica que há mais recursos disponíveis para distribuição nos próximos anos, com o montante para o triénio a equivaler a aproximadamente um terço do investimento realizado pelo BPCE. A administração não detalha datas de pagamento.
Dividendo para BPCE, após a venda
O conteúdo financeiro reforça o papel do BPCE na reestruturação do banco. A Lone Star mantém o controlo operacional enquanto se aguarda a conclusão de acordos de venda e de remuneração ao acionista após a alienação.
Entre os dados apresentados, destacam-se a robustez dos resultados e a prevista remuneração futura aos acionistas, sem previsão de retorno imediato aos investidores. O comunicado ressalva que as decisões dependem de condições de mercado e do processo de venda.
Entre na conversa da comunidade