- O filme “O Agente Secreto”, de Kleber Mendonça Filho e com Wagner Moura, falhou o Oscar, mas colocou o Recife no radar internacional e como destaque no Brasil.
- Passeios turísticos pelos locais de filmagem multiplicaram-se desde o sucesso de bilheteira do filme.
- Guias locais criaram percursos que incluem o Cinema São Luiz, o bairro Boa Vista e o Ginásio Pernambucano.
- O historiador Durval Muniz de Albuquerque Junior disse que o filme desmonta a imagem estereotipada do Nordeste como caricato e atrasado.
- No Carnaval, Olinda viu cabines telefónicas amarelas e bonecos de Moura e Mendonça, além de referências à lenda local das “pernas cabeludas”.
O filme O Agente Secreto, dirigido por Kleber Mendonça Filho e estrelado por Wagner Moura, não saiu vencedor do Oscar, mas mudou a visibilidade de Recife. A obra levou a cidade a um patamar de destaque no Brasil.
Desde o sucesso de bilheteira, tours pelos locais de filmagem passaram a crescer. Agentes de turismo, como Roderick Jordão, criaram percursos dedicados às cenas da produção. Recife passou a ser visto como cenário de cinema de referência.
Entre os pontos mais visitados estão o antigo cinema São Luiz, o bairro Boa Vista e o Ginásio Pernambucano. Especialistas dizem que a produção quebrou estereótipos sobre o Nordeste, destacando diversidade e dinamismo.
No carnaval recente, a cidade celebrou com cabines telefónicas amarelas inspiradas no filme e com bonecos de Wagner Moura e Kleber Mendonça Filho nas ruas de Olinda. O evento reforçou o impacto cultural da produção.
Além disso, circulam referências à lenda local das “pernas cabeludas”, associadas a uma história de assombração. No longa, a figura aparece como elemento simbólico de temas sociais e de repressão.
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