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Reclusos ajudam em obras em Leiria e Castelo Branco

Reclusos de Leiria e Castelo Branco ajudam na recuperação; nenhuma cela ficou inabitável, com o MJ a monitorizar danos e planear intervenções

Compensações resultaram de 14 condenações - cada uma delas a envolver vários casos
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  • Reclusos das prisões de Leiria e Castelo Branco ajudam nas obras de recuperação desde a “primeira hora”, segundo o Ministério da Justiça.
  • Nenhuma cela ficou inabitável e os contactos com as famílias foram mantidos, apesar das tempestades.
  • Foi feito um levantamento dos estragos nos tribunais para facilitar reparações nas comarcas afetadas pela depressão Kristin.
  • Serão celebrados contratos interadministrativos com os municípios de Alvaiázere, Condeixa-a-Nova, Oliveira do Hospital, Ourique e Serpa; noutras zonas, o IGFEJ intervém diretamente.
  • Equipas técnicas monitorizam diariamente as comarcas e já está montado um planeamento de intervenções com cronograma faseado e estimativas de custo; descargas prosseguem em Beja, Serpa e Odemira.

Desde a primeira hora, os reclusos das cadeias de Leiria e de Castelo Branco têm contribuído para a recuperação das instalações afetadas pela depressão Kristin, segundo o Ministério da Justiça (MJ). O MJ assegura que as celas permanecem habitáveis e que as ligações com as famílias foram mantidas, apesar dos constrangimentos das tempestades.

O instituto indica já ter feito um levantamento dos estragos nos tribunais do país para orientar as reparações nas comarcas afetadas. Equipes do IGFEJ e da DGAJ concluíram visitas a todas as comarcas com prejuízos registados pela tempestade Kristin.

Serão celebrados contratos interadministrativos para as zonas mais afetadas, visando cooperação com os municípios de Alvaiázere, Condeixa-a-Nova, Oliveira do Hospital, Ourique e Serpa. Em outras situações, o IGFEJ intervém diretamente para reposição da normalidade.

Nas previsões meteorológicas adversas, as equipas técnicas monitorizam diariamente as comarcas e já foi montado um planeamento de intervenções com base no risco e nas diferentes tipologias de emergência, corretiva ou estrutural, com cronograma faseado de intervenção.

Estes levantamentos vão continuar noutras regiões, com deslocações agendadas à Comarca de Beja, aos Palácios de Justiça de Serpa e de Odemira. O MJ mantém o foco na avaliação de danos e na implementação de soluções.

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