- Benício Xavier Freitas, menino de 6 anos, morreu em hospital particular de Manaus após receber dose incorreta de adrenalina intravenosa; o incidente ocorreu em 23 de novembro.
- A médica Juliana Brasil prescreveu três doses de adrenalina intravenosa (3 ml cada 30 minutos) para tosse seca e suspeita de laringite; não houve indicação de via aerossol para o medicamento.
- Após a primeira dose, o estado do menino piorou: a oxigenação caiu para cerca de 75%, houve necessidade de transferência para unidade de cuidados intensivos e previsão de intubação.
- A prescrição intravenosa foi escondida nos bolsos de uma enfermeira, e a enfermeira Raiza Bentes administrou a medicação; ambas respondem a inquérito, com habeas corpus concedido à médica.
- A Polícia Civil investiga o caso; a família busca justiça.
Um menino de 6 anos morreu num hospital particular de Manaus após receber adrenalina intravenosa incorreta. O episódio ocorreu no dia 23 de novembro, quando foi levado com tosse seca e suspeita de laringite. A equipa prescreveu lavagem nasal, soro e três doses de adrenalina intravenosa.
Após a primeira dose, houve queda de oxigenação e a criança precisou de transferência para a Unidade de Cuidados Intensivos. O estado agravou-se com necessidade de intubação, seguida de várias paradas cardíacas e, por fim, o falecimento.
A prescrição de adrenalina intravenosa foi escondida nos bolsos de uma enfermeira, para evitar que a médica alterasse o documento. A médica Juliana Brasil é apontada como responsável pela prescrição errada e a enfermeira Raiza Bentes terá administrado a dose. As duas profissionais respondem a inquérito; a médica tem habeas corpus concedido. A Polícia Civil investiga a situação.
Envolvidos e status processual
A médica Juliana Brasil prescreveu a dose considerada inadequada, segundo as investigações. A enfermeira Raiza Bentes teria efetuado a administração na veia da criança. Ambos os procedimentos são objeto de apuramento pelas autoridades estaduais.
A família da vítima pediu justiça e relatou que a dose aplicada não correspondia ao estado clínico apresentado. O hospital foi chamado a colaborar com as apurações, que já estão em curso pela Polícia Civil. A investigação visa esclarecer responsabilidades e falhas no protocolo de atendimento.
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