- O 1.º Fórum de Empreendedorismo para Mulheres Brasileiras em Portugal realizou-se a 12 de novembro, na Casa ApexBrasil, em Lisboa, com inscrições gratuitas esgotadas e four painéis.
- O evento reuniu empresárias, especialistas e representantes de instituições, com apoio do Consulado-Geral do Brasil em Lisboa e da Casa do Brasil de Lisboa.
- O embaixador Alessandro Candeas destacou que o encontro é o primeiro grande evento do consulado dedicado ao tema e reforçou a integração Brasil-Portugal e a atuação do EMuB.
- Foram discutidos temas como apoio ao empreendedorismo feminino, inovação, financiamento, burocracia e trajetórias pessoais, com formação de planos de negócio pela Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA).
- O encerramento promoveu troca de contatos e futuras parcerias, ressaltando o papel das redes de apoio entre instituições e empresárias imigrantes.
O 1º Fórum de Empreendedorismo para Mulheres Brasileiras em Portugal ocorreu no auditório da Casa ApexBrasil, em Lisboa, na quarta-feira, 12 de novembro. O encontro reuniu empresárias, especialistas e representantes institucionais para debater apoio ao empreendedorismo feminino, inovação, financiamento e burocracia.
As inscrições gratuitas esgotaram-se antes do início. O evento contou com a coordenação do Consulado-Geral do Brasil em Lisboa e da Casa do Brasil de Lisboa, com apoio de parceiros como EMuB, Casa ApexBrasil, Casa do Brasil e redes de apoio a imigrantes.
O embaixador Alessandro Candeas, cônsul-geral do Brasil em Lisboa, destacou a continuidade das ações e a integração Brasil-Portugal. O objetivo, segundo ele, é capacitar, treinar e incentivar a mulher empreendedora migrante, fortalecendo a relação entre economias e reconhecendo a contribuição das brasileiras.
Desafios e oportunidades
Ana Paula Costa, presidente da Casa do Brasil de Lisboa, frisou que o encontro é espaço de reconhecimento e troca. Ela apontou dificuldades por gênero, raça e classe, e destacou programas de formação que ajudam a elaborar planos de negócio, mesmo diante da burocracia.
Giovana Tavares, empresária trans, apresentou a marca de moda voltada a corpos trans, ressaltando que o objetivo é impactar vidas e ampliar horizontes, reforçando a importância da união entre lutas para avanços.
Outra perspectiva veio de Paula Cardoso, fundadora da Afrolink, que criticou vieses midiáticos e ressaltou a importância de narrativas autênticas para ampliar representatividade e oportunidades.
Elisangela Sousa, da IDE Social Hub, enfatizou a visão de diversidade como ato político e destacou espaços de visibilidade para mulheres negras. O encontro enfatizou redes de apoio e cooperação entre mulheres para o crescimento conjunto.
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