- Em Mirandela, no rio Tua, Cláudio Nascimento, 32 anos, foi morto a tiro a 29 de novembro de 2020.
- O Ministério Público arquivou a investigação do homicídio, gerando indignação na família.
- Maria José Nascimento, mãe de Cláudio, afirma que o caso merece justiça e que o sofrimento persiste.
- A arquivação ocorre cinco anos depois do crime, já que a comoção local tinha sido gerada pela investigação inicial.
- O debate público sobre o caso continua enquanto a família insiste na busca por respostas.
O Ministério Público arquivou a investigação do homicídio de Cláudio Nascimento, 32 anos, morto a tiro no rio Tua, em Mirandela, a 29 de novembro de 2020. O caso, que já gerou comoção local, passa para a fase de arquivamento sem novas diligências públicas anunciadas.
A decisão ocorreu após a investigação, com a responsável pela provocação pública a manifestar indignação pela conclusão. A família de Cláudio, principalmente a mãe Maria José Nascimento, defende que o caso merece justiça e que não deve ficar sem esclarecimentos.
O sucedido ocorreu em Mirandela, junto ao rio Tua, e manteve-se sob análise da justiça durante quase cinco anos. A decisão de arquivar coloca fim ao processo formal de investigação, sem divulgação de novas evidências ou responsabilidades associadas.
Reação da família
Maria José Nascimento afirma que o seu filho merecia justiça e que o sofrimento público persiste, após o encerramento formal do caso pelo Ministério Público. A família permanece sem confirmação de responsáveis pelo homicídio.
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