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Guitarra de Marisa Anderson questiona o que significa ser antiamericano

Marisa Anderson questiona o que significa ser antiamericano ao explorar a Antologia de Música Folk Americana, após nove dias no Bob Dylan Centre

Marisa Anderson
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  • A guitarrista Marisa Anderson apresenta The Anthology of UnAmerican Folk Music, reunindo música de regiões com que os Estados Unidos estiveram em conflito desde 1970.
  • A obra funciona também como uma reflexão sobre quem é, na prática, o Outro.
  • Foram nove dias passados no Bob Dylan Centre, em Tulsa, Oklahoma, onde se guardam os arquivos de Harry Smith.
  • Harry Smith foi cineasta experimental, coleccionador de velhos discos e seguidor de Aleister Crowley, criador da Anthology Of American Folk Music, publicada originalmente em 1952.
  • A coletânea teve um papel fundamental na explosão folk das décadas de cinquenta e sessenta e era venerada por músicos como Bob Dylan, Joan Baez, Phil Ochs, Dave Van Ronk, Pete Seeger e John Fahey.

Marisa Anderson realizou uma residência de nove dias no Bob Dylan Centre, em Tulsa, Oklahoma, onde esteve imerso nos arquivos de Harry Smith, compilador da Anthology of American Folk Music. O foco foi explorar músicas de áreas envolvidas em conflitos com os EUA desde 1970.

O projeto articulou a pergunta que a obra sugere: quem é realmente o “Outro” na história musical americana? A realização troca ideias entre passado e presente, através de regiões que estiveram em tensão com o país.

A Anthology of American Folk Music, editada originalmente em 1952, influenciou nomes como Bob Dylan, Joan Baez e Pete Seeger, marcando a viragem da cena folk nas décadas de 1950 e 1960. Harry Smith, cineasta e coleccionador, é o eixo histórico da coleção.

A programação moldou-se pela experiência de Anderson nos arquivos, incluindo o espaço dedicado a Harry Smith, e pela relação entre arquivo, performance e criação contemporânea. O objetivo é mapear fronteiras culturais através da música.

A apresentação proposta pela intérprete coloca em foco regiões com histórico de conflito com os Estados Unidos, buscando compreender como a música funciona como linguagem de resistência e identidade.

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