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Gabriel Ferrandini e Vânia Doutel Vaz exploram a improvisação e a magia humana

Baterista e bailarina exploram a improvisação na edição de 2026 do Zona Franca, primeira parceria entre Braga e Guimarães.

Gabriel Ferrandini e Vânia Doutel Vaz na *blackbox* do gnration, em Braga, onde este sábado apresentam o seu espectáculo, sem título
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  • Gabriel Ferrandini, baterista de jazz, e Vânia Doutel Vaz, bailarina e coreógrafa, apresentam o quarto capítulo do Zona Franca, em Braga e Guimarães.
  • A dupla irá atuar no gnration, este sábado, após a estreia no Vila Flor.
  • O Zona Franca, ciclo interinstitucional entre Theatro Circo, gnration e Centro Cultural Vila Flor, junta músicos e coreógrafos para criações colaborativas.
  • Ferrandini convidou Vaz para colaborar; a bailarina tem trabalhado com Trajal Harrell e tem desenvolvido o próprio trabalho coreográfico nos últimos anos.

Gabriel Ferrandini, baterista de jazz, e Vânia Doutel Vaz, bailarina e coreógrafa, alinham-se numa sessão de Zona Franca. Este sábado, no gnration, em Braga, há a segunda apresentação da dupla, depois da estreia no Vila Flor. O quarto capítulo do ciclo reúne música e dança para uma criação conjunta.

Zona Franca é um ciclo minhoto lançado por três instituições — Theatro Circo, gnration e Centro Cultural Vila Flor — que neste momento é desenvolvido apenas pelas duas últimas. A premissa é juntar artistas de áreas distintas para uma criação colaborativa e interdisciplinar.

Ferrandini, figura de referência no jazz contemporâneo português, desafiou Colaboração com quem quisesse. Assim escolheu Vânia Doutel Vaz, que tem trabalhado com Trajal Harrell, coreógrafo reconhecido internacionalmente, e que nos últimos anos tem vindo a desenvolver o seu próprio caminho criativo.

Doutel Vaz tem colaborado com Harrell desde 2010 e tem ganhado projeção pela sua abordagem poética à dança. Na parceria com Ferrandini, o foco é explorar a interseção entre improvisação musical e movimento, numa proposta que combina execução ao vivo e dramaturgia corporal.

Conceção e percurso do projeto

O projeto insere-se no eixo de residências cruzadas do Zona Franca, que visa desafiar as fronteiras entre concerto e performance de dança. A dupla pretende explorar a simultaneidade entre som e corpo, com improvisação facilitada pela relação entre músico e coreógrafa.

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