- O Caixa Ribeira volta ao Porto num festival de fado de um só dia, a 18 de julho, junto ao Douro.
- São quatro palcos e cerca de 16 fadistas, incluindo Camané no cartaz.
- O programa inclui duplas e a sessão do Em Casa d’Amália, com nomes como Jorge Fernando & Fábia Rebordão e Paulo de Carvalho entre os convidados.
- A promotora Música no Coração passou por uma reestruturação em 2025 e pretende manter o festival em formato anual.
- Os bilhetes custam 25 euros e dão acesso a todo o festival, com atenção às casas de fado parceiras ao longo do percurso entre Alfândega e Ribeira.
O Caixa Ribeira volta ao Porto para um festival de fado, dez anos depois da sua segunda edição. Este ano, ocorre num único dia, a 18 de Julho, com quatro palcos ao longo do Douro e 16 fadistas confirmados. Camané integra o cartaz, acompanhado por duplas e artistas como Jorge Fernando & Fábia Rebordão, Samuel Cabral & Paulo F. Carvalho, entre outros. Em Casa d’Amália também marca presença.
A organização divulgou à imprensa que o cartaz ainda pode sofrer adições. Além de Camané, participam duetos e projetos especiais, incluindo uma sessão ao vivo do programa Em Casa d’Amália, com participação de vários nomes da nova geração e da velha guarda do fado. Jéssica, uma das revelações recentes, também está confirmada.
O evento regressa ao Porto dez anos após a primeira edição, que ocorreu em 2015. A promoção é promovida pela Música no Coração, com apoio da Câmara Municipal do Porto, através da Porto Lazer. A intenção é manter o Caixa Ribeira como evento anual no circuito de fado da cidade.
Programa e palcos
O festival ocupa quatro palcos ao longo do rio Douro, entre Alfândega e Ribeira. Além dos artistas principais, há uma atenção especial às casas de fado locais: Ágora recebe Vânia Leal, Casa Mal Cozinhado apresenta Rosinda Maria e Casa da Mariquinhas acolhe António Laranjeira. Os bilhetes custam 25 euros e garantem acesso a todo o festival.
Contexto e perspetivas
A promotora Música no Coração passou por uma reestruturação em 2025, com o regresso do Caixa Ribeira ao Porto a ser parte desse processo. O objetivo é manter o evento com passagem anual, reforçando a autenticidade do fado num contexto atual, sem especulações sobre tendências artificiais, conforme afirmado pelo diretor Luís Montez.
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