- Exposição de João Penalva celebra 30 anos de instalações, na Culturgest, com um espectáculo musical acompanhado por um telão.
- A apresentação inclui sons de melodias, vozes e sapateado que emergem da exposição, que também ocupa o Pavilhão Branco.
- A exposição sublinha a relação entre narrativa e ficção na obra do artista, destacando a narrativa como forma de fazer arte.
- Nos dias 8 e 9 de junho, a mostra passa pela Cinemateca de Lisboa.
- A ligação entre narrativa e prática artística já era parte do percurso de Penalva, mesmo nas fases iniciais da carreira.
Quem desce a rampa da Culturgest encontra um telão que antecipa um espectáculo musical. A mostra celebra 30 anos de instalações de João Penalva, com a obra a ocupar também o Pavilhão Branco.
A apresentação inclui melodias, vozes e o som de sapateado que se ouvem pela sala. O conjunto de trabalhos vem das galerias e reforça a narrativa e a ficção como eixo do projecto.
A exposição contextualiza a trajetória do artista português, sublinhando que, desde o início, a narrativa foi um meio e uma forma de criação. O foco é a relação entre imagem, som e ficção.
Detalhes da programação
Ao longo da mostra, as obras ocupam espaços diferentes da Culturgest, com deslocações ao Pavilhão Branco e à Cinemateca de Lisboa.
Entre 8 e 9 de Junho, a apresentação passa pela Cinemateca, ampliando o alcance da mostra.
Os visitantes podem experienciar uma leitura integrada entre instalação, imagem e som, destacando a singularidade do trabalho de Penalva.
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