- Juana Aguirre apresenta o álbum Anónimo, o seu segundo a solo, gravado no estúdio caseiro em Buenos Aires.
- A música funde introspecção folk com tapeçaria electrónica.
- Anónimo (2025) sucede Claroscuro (2021).
- O concerto de apresentação acontece na ZDB, em Lisboa, na terça-feira.
- A notícia é assinada por Victoria del Sel, que a descreve como uma revelação.
Juana Aguirre, cantora de folk introspectivo e electrónica, atua em Lisboa como parte de uma digressão europeia. O concerto realizou-se na ZDB, na terça-feira, numa apresentação marcada pela fusão de sons simples e paisagens sonoras expansivas.
A artista nasceu em Buenos Aires, onde gravou o seu segundo álbum a solo, Anónimo, lançado em 2025. O disco foi registado no estúdio caseiro, perto de uma rua ruidosa e ao lado de um colégio, o que condiciona os horários de trabalho.
Anónimo sucede Claroscuro, de 2021, consolidando a linguagem híbrida que caracteriza a obra de Aguirre. A tournée atual aproxima o público de uma música guiada pela introspecção folk e pela tapeçaria electrónica.
Sobre o álbum Anónimo
O álbum reflete uma narrativa íntima, com composições que exploram texturas sonoras e atmosferas contemplativas. Aguirre tem vindo a construir uma posição emergente no panorama musical independente.
Entre na conversa da comunidade