- O Festival Internacional de Órgão começa neste sábado em Guimarães e segue para Famalicão e Santo Tirso.
- Celeste e Joaquim Silva, de Santo Tirso, são os grandes impulsionadores deste ciclo de espetáculos iniciado em 2015.
- No armazém de Lama, Santo Tirso, eles trabalham com órgãos de tubos que, após o trabalho, “começam a falar”.
- Eles descrevem o órgão como um ser vivo, onde o coração funciona como o som e o pulmão como o fole, comparando a atuação a uma cirurgia.
O Festival Internacional de Órgão arranca neste sábado em Guimarães, com itinerância prevista por Famalicão e Santo Tirso. O evento celebra a arte de órgãos de tubos e envolve uma dupla de artistas locais que se tornou conhecida pela reinterpretção performativa deste património.
Celeste e Joaquim Silva são os protagonistas do ciclo de espetáculos iniciado em 2015. Embora não sejam cirurgiões, são descritos como tal pela natureza minuciosa do trabalho que desenvolvem nos cenários. O objetivo é devolver voz aos órgãos de tubos, através de ações encenadas que simulam um processo de restauro.
O casal atua num armazém em Lama, Santo Tirso, onde o trabalho se concentra na recuperação de componentes silenciosos. Os artistas explicam que a experiência, embora performativa, pretende evidenciar a importância histórica e técnica dos instrumentos.
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O festival percorre várias cidades do norte, associando a performance a visitas guiadas e intervenções artísticas. O ciclo atual reforça a ligação entre património musical e práticas contemporâneas, promovendo diálogo entre público e arte.
Nota: A apresentação segue uma agenda que inclui Guimarães, Famalicão e Santo Tirso, sem descrições adicionais.
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