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Bulgária vence Eurovisão 2026, final renhida deixa Israel em segundo

Bulgária vence o Eurovisão 2026 com Bangaranga, em Viena, a primeira vitória no concurso; Israel fica em segundo após voto popular renhido

Dara, da Bulgária, ergue o troféu após vencer a Grande Final da 70.ª Eurovisão, em Viena, Áustria, domingo, 17 de maio de 2026
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  • A Bulgária venceu a 70.ª edição do Festival Eurovisão da Canção, em Viena, com o hino “Bangaranga” interpretado por Dara, a primeira vitória no concurso.
  • A final ocorreu no sábado, com Dara a superar 24 concorrentes na grande final e a receber forte voto popular, deixando Israel em segundo lugar.
  • O pódio ficou completo com a romena Alexandra Căpitănescu em terceiro, seguida pela australiana Delta Goodrem em quarto e pelo italiano Sal Da Vinci em quinto.
  • O duo finlandês Pete Parkkonen e Linda Lampenius ficou em sexto; a edição ficou marcada por polémicas políticas e incidentes de segurança decorrentes de protestos.
  • Cinco países do “Big Five” não participaram ou levantaram boicotes significativos: Espanha ausente, Irlanda e Islândia retiraram-se, os Países Baixos mantiveram transmissão e a Eslovénia substituiu a cobertura por programação sobre a Palestina.

A Bulgária venceu a 70.ª edição do Festival Eurovisão da Canção, em Viena, com o hino festivo Bangaranga, interpretado por Dara. A final ocorreu no sábado, disputada entre 25 países com voto popular e de jurados. Choveu entusiasmo pela coreografia e ritmo contagiante.

Até ao anúncio final, Israel surgia como favorito em muitos mercados, mas a votação popular acabou por favorecer a Bulgária, que conquistou a vitória histórica. Esta é a primeira vitória búlgara no concurso.

Alexandra Căpitănescu, da Roménia, ficou em terceiro com Choke Me. Delta Goodrem, da Austrália, foi quarta com Eclipse, e Sal Da Vinci, de Itália, fechou o top cinco com Per Sempre Si.

O duo finlandês formado por Pete Parkkonen e Linda Lampenius ficou em sexto lugar, entre os grandes favoritos listados pelos apostadores e fãs. O historiador Dean Vuletic destacou que a Eurovisão costuma surpreender.

A edição de 2026 ficou marcada pela maior contestação política de sempre, com protestos contra Israel e a guerra em Gaza. Vários países boicotaram o evento; a organização manteve as transmissões como resultado.

Na capital austríaca, as autoridades retiraram grande parte da segurança para evitar incidentes, mas ocorreram manifestações junto ao recinto antes do espectáculo. O ambiente ficou tenso durante a véspera da final.

Participação de países e boicotes

A Espanha, como membro do Big 5, afastou-se de forma mais notória por razões financeiras e políticas. A ausência criou implicações à viabilidade financeira do festival para a EBU.

Irlanda deixou o concurso em protesto pela participação de Israel, citando a crise humanitária em Gaza. A RTP não participou, mantendo a cobertura apenas de forma discreta em alguns países.

Países Baixos indicou desfiliação parcial. A emissora AVROTROS retirou-se, mas NOS e NTR transmitiram o concurso. A Islândia, por sua vez, abandonou a competição por pressões internas.

Eslovénia informou que substitui a cobertura por uma programação dedicada à Palestina, numa decisão de contexto político que acompanhou a edição de Viena.

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