- O grupo brasileiro de pagode Menos é Mais regressa a Portugal, com concertos agendados para abrir de 22 de setembro na Super Bock Arena, no Porto, e 23 de setembro na Meo Arena, em Lisboa.
- O nome da banda foi sugerido por um amigo e surge para resumir a trajetória de crescimento do projeto, que começou de forma simples e sem grande estrutura.
- Em entrevista ao CM, os Menos é Mais destacam que, há dez anos, atuavam em bares para pouca gente e, desde então, conquistaram o Brasil e já são um fenómeno em Portugal.
- Os artistas referem que não gostam de pensar noutras etapas além destes concertos, acreditando num “roteiro divino” que os guiou até aqui.
- Em Portugal, já são conhecidos por influências que combinam fado com o pop, e são comparados a nomes como Calema e David Carreira, com muitos vídeos nas redes sociais.
Os Menos é Mais vão regressar a Portugal com dois concertos, em Porto e Lisboa. O grupo brasileiro de pagode atua no dia 22 na Super Bock Arena e no dia seguinte na Meo Arena, em Lisboa, transmitindo o seu som por grandes salas nacionais.
A formação começou de forma modesta, a tocar pagode em bares para pouquíssimas pessoas. Em dez anos ganhou popularidade no Brasil e acabou por atravessar o Atlântico, tornando-se também um fenômeno em Portugal. O nome foi escolhido por um amigo, em alusão à trajetória em crescendo do projeto.
Os artistas e criadores estão confiantes no percurso traçado. Em entrevista ao CM, destacam a afetividade com o público português, que já os conhece de passes por festivais. Por cá, associam-se ao fado na banda sonora de alguns vídeos, mantendo uma ligação próxima a Portugal.
Trajetória e volta a Portugal
O grupo já convive com nomes como Calema e David Carreira, e aponta a presença nas grandes salas portuguesas como uma progressão natural. A agenda em Portugal reforça a aposta em um público fiel que acompanha o crescimento do projeto.
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