- Foram apurados mais dez participantes para a final de sábado, somando 25 vagas na Grande Final da Eurovisão 2026.
- Entre os apurados estão Søren Torpegaard Lund (Dinamarca), Delta Goodrem (Austrália) e Dara (Bulgária).
- Subiram à final ainda dez artistas apurados na semifinal de terça-feira, incluindo atos da Finlândia, Grécia, Sérvia, Moldávia e Israel.
- Países automaticamente classificados: Reino Unido, França, Alemanha e Itália; a Áustria garante lugar como país anfitrião.
- Cinco países boicotam a edição deste ano — Espanha, Irlanda, Países Baixos, Eslovénia e Islândia — e a organização mantém os dados de audiência e receitas.
Mais dez países garantiram passagem à Grande Final do Festival Eurovisão da Canção, que se realiza no sábado. A seleção ficou definida após a segunda semifinal de quinta-feira, em Viena, Áustria.
Entre os apurados contam-se o dinamarquês Søren Torpegaard Lund, com a canção Før Vi Går Hjem, Delta Goodrem, da Austrália, com Eclipse, e Dara, da Bulgária, com Bangaranga. Também avançaram Daniel Žižka (Chéquia), Leléka (Ucrânia), Alis (Albânia), Aidan (Malta), Antigoni (Chipre), Alexandra Căpitănescu (Roménia) e Jonas Lovv (Noruega).
Outras dez atuações conseguiram passagem via a semifinal de terça-feira, incluindo Pete Parkkonen e Linda Lampenius (Finlândia), Akylas (Grécia), Lavina (Sérvia), Satoshi (Moldávia) e Noam Bettan (Israel). Portugal não integra a lista de apurados, pois não participa este ano.
Contexto e com o quadro de participantes
Os seguintes países asseguraram lugar automático na final por serem os maiores financiadores: Reino Unido, França, Alemanha e Itália. A Áustria, como anfitriã, tem presença assegurada. Cinco nações estão a boicotar a edição de 2026: Espanha, Irlanda, Países Baixos, Eslovénia e Islândia, devido à participação de Israel.
O intérprete israelita Bettan foi alvo de protestos durante a semifinal de terça-feira, numa edição em que bandeiras palestinas foram permitidas na arena. A organização afirma que não vai silenciar assobios nem críticas. O boicote pode impactar receitas e audiências da competição.
Bulgária, Moldávia e Roménia regressaram ao concurso este ano, após ausências recentes, o que reduz o número total de participantes para um dos mais baixos desde 2003. A UEFA já divulgou planos para uma edição asiática, com a primeira edição prevista para novembro em Banguecoque.
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