- A Finlândia, favorita, passou à final com Liekinheitin; juntam-se-lhe Grécia (Akylas – Ferto), Sérvia (Lavina – Kraj Mene), Moldávia (Satoshi – Viva, Moldova!) e Croácia (Andromeda – Lelek).
- Cinco países ficaram pelo caminho na primeira semi-final: Estónia, Geórgia, Montenegro, Portugal e San Marino.
- A segunda semi-final realiza-se na quinta-feira para escolher mais dez finalistas; Reino Unido, França, Alemanha e Itália qualificam-se automaticamente para a final; à Áustria pertence o estatuto de país anfitrião.
- O 70.º Festival Eurovisão da Canção decorre em Viena, sob o lema “Unidos pela Música”, com 35 países a competir.
- O evento mantém controvérsias políticas, com boicotes de cinco países a Israel e protestos durante a atuação de Noam Bettan (Israel) na semi-final.
A Finlândia, considerada favorita, garantiu lugar na final da Eurovisão com a canção Liekinheitin, baseada na voz do cantor Pete Parkkonen e no violino de Linda Lampenius. A prova ocorreu na primeira semi-final em Viena. Israel também avançou para a final, entre 11 outros países.
Entre os classificados estão Akylas, da Grécia, com o tema Ferto; Lavina, da Sérvia, com Kraj Mene; Satoshi, de Moldávia, com Viva, Moldova!; e Lelek, de Croácia, com Andromeda. A seleção ocorreu na noite de 12 de maio de 2026.
A Bélgica superou as expectativas ao passar, juntando-se a Croácia, Lituânia, Polónia e Suécia na lista de finalistas possíveis. Cinco países ficaram de fora na primeira noite de atuações.
Estónia, Geórgia, Montenegro, Portugal e São Marino foram eliminados, apesar de Boy George atuar com Senhit na balada Superstar. O ato israelita Noam Bettan também esteve presente na sessão de Viena.
Mais dez finalistas serão escolhidos na segunda semi-final, marcada para quinta-feira. Entre os classificados automáticos estão Reino Unido, França, Alemanha e Itália, por serem grandes financiadores.
A Áustria, país anfitrião, assegura um lugar direto na final. Este ano assinala a 70ª edição do concurso, mantendo o formato competitivo com 35 países em palco.
Contesto e controvérsias
A edição de 2026 é marcada por tensões políticas. Cinco países boicotaram Israel, com protestos e ações de apoio à Palestina a acompanharem as votações. A UE de Radiodifusão endureceu regras de voto para evitar fraudes.
Noam Bettan de Israel foi vaiado e aplaudido em Viena, num clima híbrido de emoção e contestação. A Eurovisão mantém o lema Unidos pela Música, mesmo com debates sobre conduta e políticas de votações.
Segundo especialistas, os boicotes reduzem receitas e audiência, estimadas pela organização em 166 milhões de espectadores no ano anterior. Vários analistas avaliam o impacto na viabilidade futura do evento.
Entre na conversa da comunidade