- Taylor Swift apresentou três pedidos de registo de marca nos Estados Unidos para a voz e a imagem, com o objetivo de se proteger de imitações geradas por IA.
- Um registo diz respeito a uma fotografia sua em palco durante a Eras Tour; os outros dois correspondem a excertos de áudio em que se apresenta para promover o álbum mais recente, The Life Of A Showgirl.
- O advogado especialista em marcas Josh Gerben explicou que estes registos podem permitir contestar tanto reproduções idênticas como imitações que sejam “enganosamente semelhantes”.
- A medida surge na sequência de conteúdos gerados por IA com a imagem de Swift que circulam online, incluindo imagens sexualmente explícitas e anúncios manipulados.
- O procedimento de Swift segue um passo semelhante de Matthew McConaughey, que também registou voz e imagem como marcas para se proteger de cópias por IA.
Taylor Swift apresentou pedidos de registo de marca nos EUA para a voz e a imagem, numa ação para se proteger de imitações geradas por IA.
O processo foi analisado por Josh Gerben, advogado de marcas, que explicou que os registos permitem contestar tanto reproduções idênticas como imitações enganosas, sob os princípios de marcas federais.
A artista submeteram três pedidos: uma fotografia de palco da Eras Tour e dois trechos de áudio onde se apresenta a promover o seu mais recente álbum, The Life Of A Showgirl.
A medida surge após diversas utilizações geradas por IA envolvendo Swift terem ganho espaço online, incluindo conteúdos de natureza sexual ou político, que geraram controvérsia e desinformação.
A iniciativa segue um movimento semelhante de Matthew McConaughey, que já registou voz e imagem como proteção contra cópias com IA, anunciando a sua defesa legal contra usos indevidos.
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