- Teresinha Landeiro, fadista, autora e intérprete, recorda a primeira vez que se cruzou com rimas e versos.
- Na escola primária, apaixonou-se pela matemática e por problemas simples de custos e quantidades, ao lado de interesse pela anatomia, rios e animais, e pela escrita de composições.
- A professora permitia escrever livremente; isso levou-a a um “ginásio de escrita” onde a prática da rimar manteve-se.
- Enxerga a junção entre liberdade, criatividade e matemática na escrita das rimas, que considera ter um quê de matemática.
- Hoje recorda ter escrito versos simples sobre as estações e o Dia do Pai, o que a motivou a seguir a carreira e a chegar aos discos.
Teresinha Landeiro, fadista, autora e intérprete, recorda a altura em que descobriu a rima e a versificação pela primeira vez. A história começa na escola primária, onde o coração da futura artista bateu pela primeira vez com a escrita livre.
Entre números e letras, a jovem Teresinha descobriu uma combinação rara: matemática, curiosidade sobre o corpo humano, rios e animais, bem como uma paixão pela escrita de composições. Detestava ditados, mas adorava a liberdade de explorar palavras.
A viragem criativa
A descoberta das rimas ocorreu num encontro marcante com o ritmo das palavras. A proposta da professora, deixar escrever livremente, levou-a a completar o que hoje classifica de ginásio de escrita, sempre procurando manter o sentido das ideias.
A fusão entre liberdade, criatividade e matemática tornou-se a base das suas primeiras criações. Escreveu poemas simples sobre as estações e sobre o Dia do Pai, memórias que lhe deram orgulho e a abriram caminho para os discos que viriam a seguir.
Notas:
Este texto reescreve a entrevista de Teresinha Landeiro, destacando etapas da sua formação, motivação criativa e percurso inicial. Fonte: entrevista com a artista.
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