- Mônica Salmaso apresenta uma Alma Lírica Brasileira renovada, em formato de recital com o trio que integra há anos: Teco Cardoso e Nelson Ayres.
- Os concertos arrancam em Lisboa, no Teatro Maria Matos, no dia 14 às 21h, seguem para o Auditório de Espinho no dia 17 às 21h30 e terminam em Madrid, no Recoletos Jazz, no dia 19, com dois horários: 20h15 e 22h.
- O repertório está atualizado: cerca de 30% mantém-se do disco original; entram novas peças de Edu Lobo, Chico Buarque, Vinicius de Moraes, Dorival Caymmi, Violeta Parra e outros, mantendo-se seis temas do conjunto inicial.
- A formação mantém-se: voz de Mônica, piano de Nelson Ayres e saxofone/flauta de Teco Cardoso.
- A artista descreve o encontro como “muito feliz” e destaca as ligações entre música brasileira, clássicos da região e homenagens a autores como Vinicius de Moraes e Violeta Parra.
Numa digressão que renova o formato de Alma Lírica Brasileira, Mônica Salmaso regressa a Portugal com o trio de Teco Cardoso e Nelson Ayres. O programa, que cruza o lírico com o popular, ganha novas leituras desde 2011.
O ciclo inicia em Lisboa, no Teatro Maria Matos, no dia 14 às 21h. Segue-se Espinho, no Auditório de Espinho, em 17 às 21h30. A digressão encerra em Madrid, no Recoletos Jazz, no dia 19, às 20h15 e 22h.
A proposta mantém a fórmula histórica: voz de Salmaso, sopros de Cardoso e piano de Ayres, num recital que evita fronteiras entre autores e épocas. O trio já apresentou o projeto diversas vezes desde 2012, com matriz em Alma Lírica Brasileira.
Mantém-se, nesta edição, parte do repertório original. Vêm seis temas do disco inicial, como Melodia sentimental, Samba erudito e Veranico de maio, além de peças de Villa-Lobos, Vanzolini, Raúl Torres e outros.
Juntam-se novas inserções, incluindo Ciranda da bailarina, Mortal loucura e Construção. Entre os extras, podem surgir Valsinha e Trem das onze, preservando a ligação entre o cante brasileiro e a tradição popular sul-americana.
O formato assenta na tríade: Salmaso na voz, Ayres no piano e Cardoso nos sopros. A cantora destaca a ausência de separações entre estilos, sublinhando pontes entre Villa-Lobos e o cancioneiro popular.
A seleção atual do repertório mantém o espírito de encontro entre o lírico e o popular, com leituras que ampliam o percurso iniciado em 2011 e evoluíram até ao projeto Estrada Branca. O conjunto prometeu, assim, uma noite de música frutífera e contígua.
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