- O Governo britânico proibiu a entrada de Kanye West no Reino Unido, considerando que a sua presença “não seria conducente ao bem público”.
- West tinha intenção de atuar como cabeça de cartaz no Wireless Festival, em Londres, no Verão.
- O pedido de visto electrónico foi recusado 24 horas antes da viagem.
- Organizações judaicas opuseram-se ao concerto, citando afirmações anteriores do músico.
- No fim de semana, o primeiro-ministro, Keir Starmer, afirmou que o anti-semitismo é abominável e deve ser combatido onde quer que apareça.
O Governo do Reino Unido proibiu a entrada de Kanye West no país, considerando que a sua presença não seria conducente ao bem público. O visto eletrónico foi recusado 24 horas antes do evento.
O músico pretendia atuar como cabeça de cartaz no Wireless Festival, em Londres, no verão. A decisão foi relatada pela BBC e envolve questões de segurança pública.
O primeiro-ministro Keir Starmer reagiu, afirmando que o anti-semitismo, em qualquer forma, é abominável e deve ser combatido onde quer que apareça. O caso gerou controvérsia entre organizações judaicas.
West tem, nos últimos anos, feito declarações associadas a racismo e antisemitismo, o que levou à oposição de várias entidades. A recusa de visto mantém a atuação no festival sem a presença do artista.
Não houve confirmação sobre outras atrações do Wireless Festival nem sobre medidas substitutas para o cartaz. O anúncio reforça a posição oficial de não permitir entradas que comprometam o bem público.
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