- A Orquestra XXI e o maestro Dinis Sousa encerraram, no sábado passado, a digressão de Páscoa com um concerto no Auditório de Espinho.
- O programa privilegiou Mendelssohn, com a abertura Mar Calmo e Próspera Viagem e a Sinfonia número cinco.
- Houve ainda uma vénia a Johann Sebastian Bach, na forma de um dos seus concertos para teclado e orquestra.
- A música de Mendelssohn foi apresentada com elevado nível de execução, entrega e persuasão.
- A passagem dedicada a Bach foi menos convincente, mas não tirou o brilho de um fim de tarde em que o sublime se impôs.
A Orquestra XXI, dirigida por Dinis Sousa, encerrou a digressão de Páscoa com um concerto no Auditório de Espinho, no sábado passado. A atuação fechou uma tournée que já passou por Viseu e Leiria.
O programa privilegiou Mendelssohn, com a abertura Mar Calmo e Próspera Viagem e a Sinfonia n.º 5. Incluiu ainda um concerto para teclado e orquestra de J. S. Bach.
A digressão acompanhou a tournée de Páscoa, com apresentações anteriores em Viseu e Leiria, before a atuação de Espinho. O conjunto manteve uma leitura coesa do repertório proposto.
A performance de Mendelssohn foi descrita como de elevada entrega e persuasão, capaz de capturar o público, mesmo frente a uma leitura de Bach menos marcada pela ideia de continuidade.
A colaboração entre a Orquestra XXI e o maestro Dinis Sousa revelou-se homogénea, com destaque para a dinâmica e a precisão, conclamando a plateia a acompanhar a narrativa musical até ao fim.
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