- A CNB regista o regresso de O Lago dos Cisnes ao Teatro Camões, em Lisboa, entre os dias 9 e 24 de abril, com doze espetáculos e música ao vivo pela Orquestra Sinfónica Portuguesa.
- A coreografia é de Fernando Duarte, a partir de Marius Petipa e Lev Ivanov, com uma abordagem contemporânea orientada pelo realizador Edgar Pêra.
- Este regresso ocorre nove anos depois da última apresentação da produção pela CNB.
- No Ensaio Geral Solidário, na quinta-feira, os donativos revertem a favor da Associação Vale de Acór, do Banco do Bebé, dos Amigos de Sempre e da Ponto Família.
- A narrativa oferece o contraste entre amor impossível e dualidade entre luz e sombra, com Odette/Odile a exigir virtuosismo técnico; a música é interpretada ao vivo pela Orquestra Sinfónica Portuguesa, sob a direção de Cesário Costa.
O Lago dos Cisnes regressa aos palcos de Lisboa pela CNB, com Orquestra ao vivo, entre 9 e 24 de abril no Teatro Camões. Serão 12 espetáculos com música executada em tempo real pela Orquestra Sinfónica Portuguesa, sob a batuta de Cesário Costa. A coreografia é de Fernando Duarte, baseada em Marius Petipa e Lev Ivanov.
Passados nove anos desde a última atuação, a CNB volta a apresentar um dos títulos-chave do repertório clássico, numa leitura contemporânea que junta tradição e inovação. A encenação conta com a colaboração do realizador Edgar Pêra, que acrescenta uma dimensão cinematográfica ao cenário.
Ensaio Geral Solidário e responsabilidades
No dia de abertura, quinta-feira, o Ensaio Geral Solidário destina todos os donativos a várias instituições: Associação Vale de Acór, Banco do Bebé, Os Amigos de Sempre e Ponto Família.
Elenco e personagens
Os papéis principais ficam a cargo de Miyu Matsui, Inês Ferrer e Raquel Fidalgo, enquanto o Príncipe Siegfried será interpretado por três artistas: Lourenço Ferreira, João Costa e Francisco Gomes. Odette/Odile é um dos maiores desafios do repertório, exigindo técnica e presença dramática.
Contexto e temática
O Lago dos Cisnes privilegia temas de amor impossível, dualidade entre luz e sombra e conflito entre destino e livre-arbítrio. A peça mantém a linha romântica tardia com leitura visual contemporânea, potenciando a expressividade musical.
Programação e debates
No sábado, há uma conversa pré-espectáculo dentro do ciclo Vamos Falar de Dança, com Fernando Duarte e Maria José Fazenda. A 19 de abril ocorre uma sessão pós-espectáculo do ciclo No Final Falamos, para diálogo entre artistas e público.
Música e encenação
A música é executada ao vivo pela Orquestra Sinfónica Portuguesa, dirigida por Cesário Costa. O espetáculo utiliza uma abordagem cenográfica atual, integrando cinema de Edgar Pêra ao traço clássico da coreografia.
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