- António Zambujo lança o álbum Oração ao Tempo, com ligação ao tema de Caetano Veloso.
- O trabalho aproveita o balanço da estrada e transmite a leveza de quem não segue planos.
- O músico define o seu lema de vida como: não penses muito, toca.
- Na gravação de Palma da mão, as guitarras ensaiavam a entrada e a introdução ainda estava a ser afinada.
- Entre a definição intuitiva e a piada, Zambujo descreve a abordagem musical como uma “regra tácita” da sua forma de fazer música.
António Zambujo lança um novo álbum intitulado Oração ao Tempo, inspirado pelo balanço da estrada e pela leveza de quem não planeia o caminho com antecedência. O trabalho chega num registo que aposta na cadência da música de raiz e em novas sensações rítmicas.
O artista é o principal rosto do projeto, acompanhado por músicos que integram a experiência de estúdio. Através da produção, o álbum contém a ideia de improviso controlado, algo que caracteriza a forma de gravar de Zambujo.
Durante a gravação de um take de Palma da mão, a equipa de músicos ensaiava a entrada da faixa e afinava a introdução, num processo de ajuste partilhado entre o cantor e os seus parceiros de gravação. O momento mostra a dinâmica de criação em tempo real.
A obra remete, de forma explícita, a uma ligação com Caetano Veloso, cuja referência aparece como fio condutor. A abordagem do álbum é marcada pela ideia de que o tempo pode ser aproveitado sem pressões, num percurso que privilegia a naturalidade.
A produção é creditada a Rui Gaudêncio, com a imagem associada a uma apresentação de imprensa do projeto. O lançamento acompanha a campanha promocional prevista, entre entrevistas e apresentações ao vivo.
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