Em Alta Copa do Mundo futeboldesportoPortugalinternacionaisgoverno

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Derrocadas na EN2 mantêm Sardoal em alerta cinco meses depois

Cinco meses após Kristin, derrocadas na EN2 mantêm-se urgentes, com custos de reparação acima de quatro milhões de euros e financiamento a procurar

Derrocada cortou a EN222
0:00
Carregando...
0:00
  • Cinco meses depois da tempestade Kristin, Sardoal mantém a prioridade nas derrocadas na antiga Estrada Nacional 2 (EN2), cujo custo de reparação pode ultrapassar os quatro milhões de euros.
  • O presidente da Câmara, Pedro Rosa, afirmou que já foram executadas ou estão em curso as intervenções mais urgentes, mas a recuperação global do concelho será longa.
  • Dois troços da EN2, junto a Andreus e entre São Domingos e o Penedo Furado, permanecem encerrados devido ao risco, com a fase atual a prever financiamento e orçamentação futuros.
  • A reparação dos troços da EN2 poderá custar vários milhões de euros, com a comparticipação esperada em torno de cinquenta por cento; o município já recebeu cerca de 540 mil euros da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) de Lisboa e Vale do Tejo.
  • Além das estradas, persistem danos em telecomunicações e infraestruturas de apoio a IPSS e associações, com várias zonas já parcialmente restabelecidas e outras intervenções a decorrer.

Cinco meses após a tempestade Kristin, o concelho de Sardoal mantém-se em fase de recuperação. A vila registou danos em infraestruturas municipais, IPSS, património cultural e freguesias, com custos estimados em milhões de euros.

A incidência mais preocupante continua a ser as derrocadas na antiga Estrada Nacional 2 (EN2), junto a Andreus e entre São Domingos e o Penedo Furado. A circulação está cortada devido ao risco, num ponto-chave da via sob gestão municipal.

O presidente da Câmara, Pedro Rosa, adiantou que a maioria das intervenções urgentes já foi concluída ou está em curso, mas a recuperação total do território exige tempo. O município prepara fases de projeto e orçamentação para avançar com os trabalhos.

Quanto ao financiamento, o autarca mencionou a necessidade de explorar diversas fontes, incluindo financiamento externo, para sustentar o investimento na EN2. O custo pode superar os prejuízos iniciais estimados.

Em relação aos apoios, o município recebeu até agora cerca de 540 mil euros da CCDR de Lisboa e Vale do Tejo, destinados a apoiar intervenções em curso. Ainda não estão definidas medidas de apoio para IPSS, freguesias e património afetado.

Entretanto, os trabalhos em caminhos florestais e zonas de lazer progrediram. A zona da Lapa reabriu ao público, e na Rosa Mana, em Alcaravela, estão em curso intervenções para remoção de detritos.

Continuam ainda danos em muros de suporte, redes de água e infraestruturas rodoviárias, que exigem ações em várias fases. O presidente da câmara destacou a necessidade de soluções de telecomunicações para evitar novas falhas.

A recuperação parcial manteve-se estável, mas o responsável municipal reconheceu que a faseção de obras e o reforço de infraestruturas vão exigir esforços prolongados, sem indicar um prazo definitivo.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais