- Arranca esta terça-feira a demolição do esqueleto do antigo bar na praia do Ourigo, no Porto, com prazo de vinte dias e custo de cerca de 77 mil euros, segundo a Agência Portuguesa do Ambiente (APA).
- As estruturas em aço, betão e madeira, remnants de uma antiga construção de apoio à praia, estão em avançado estado de degradação e representam risco para a segurança e para a recuperação natural da praia, além de comprometerem o sistema costeiro e o domínio público marítimo.
- A intervenção inclui a demolição e remoção integral das estruturas, incluindo lajes, paredes, estacas, pérgola de entrada, escadas de acesso, fundações e antigas infraestruturas de abastecimento de água e de águas residuais.
- Concluídos os trabalhos, haverá limpeza geral e reposição do perfil natural do areal na zona intervencionada, com o custo a cargo da APA.
- Realizada no arranque da época balnear, a intervenção visa assegurar condições de segurança na praia do Ourigo, promover a recuperação natural do sistema costeiro e cumprir as atribuições de salvaguarda do domínio público marítimo.
Arranca esta terça-feira a demolição do esqueleto do antigo bar na praia do Ourigo, no Porto. A intervenção tem duração prevista de 20 dias e um custo aproximado de 77 mil euros, segundo a Agência Portuguesa do Ambiente (APA).
Na zona da praia do Ourigo permanecem estruturas em aço, betão e madeira há vários anos. A APA alerta que estão expostas e em avançado estado de degradação, representando risco para utilizadores e dificultando a recuperação natural.
A intervenção inclui a demolição e remoção integral de todas as estruturas, incluindo lajes, paredes, estacas, a pérgola de entrada, as escadas de acesso e as fundações. Também serão desativadas as antigas redes de água e de águas residuais.
Desmontagem e reposição do areal
Concluída a demolição, procede-se à limpeza geral e à reposição do perfil natural do areal na zona intervencionada, assegurando a proteção do domínio público marítimo. O orçamento será custeado pela APA.
A Agência do Ambiente justifica que a intervenção visa melhorar as condições de segurança na praia, favorecer a recuperação do sistema costeiro e cumprir as atribuições de salvaguarda do domínio público marítimo.
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