- O trânsito ficou mais intenso no primeiro dia sem a ponte móvel de Leixões, devido ao encerramento autorizado ontem, segunda-feira.
- A obra de manutenção e reabilitação da travessia deve prolongar-se até setembro.
- Quem liga Leça da Palmeira a Matosinhos enfrenta viagens mais longas devido ao corte da ponte.
- As vias alternativas passam a ser a A28 ou Santa Cruz do Bispo, conforme relatos dos utilizadores ao JN.
- Moradores queixam-se do elevado tráfego e do tempo de espera no trajeto entre Matosinhos e Leça da Palmeira.
O encerramento da ponte móvel de Leixões, na segunda-feira, desencadeou maior pressão nas vias alternativas. As obras de manutenção e reabilitação vão continuar até setembro. O corte afeta quem circula entre Leça da Palmeira e Matosinhos.
Quem usufrui das ligações entre as duas zonas passa a utilizar a A28 ou Santa Cruz do Bispo, aumentando o tempo de viagem, segundo relatos ouvidos pelo JN. As rotas alternativas tornam-se mais longas.
Moradores e utentes apontam o aumento de tráfego, esperas repetidas e maior congestão nos itinerários secundários. As mudanças no percurso provocam, ainda, atrasos em deslocações diárias.
Impacto no trânsito
A diminuição de opções de circulação, aliada ao período de obras, mantém as vias alternativas com maior intensidade de tráfego. A gestão municipal não indicou horários específicos de pico.
Período de obras
As obras de manutenção devem seguir até setembro, com ajustes de programação previstos pela concessionária. Não foram anunciadas medidas adicionais para a circulação durante esse período.
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