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Movimento contesta atraso em obras nas praias da Costa da Caparica

Movimento Futuro da Costa contesta atrasos nas obras de reposição de areia na Costa da Caparica, questionando a ministra sobre a data de conclusão

Costa de Caparica é uma das zonas abrangidas pela intervenção
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  • O Movimento Futuro da Costa contesta os atrasos nas obras de reposição de areia nas praias da Costa da Caparica, iniciadas antes da época balnear mas ainda não concluídas.
  • As intervenções, que deviam terminar até 1 de junho, continuam em curso, afetando a mobilidade e o usufruto normal das praias.
  • O grupo questiona Maria da Graça Carvalho, ministra do Ambiente, sobre os motivos do atraso e exige esclarecimentos sobre a data prevista para a conclusão.
  • A APA (Agência Portuguesa do Ambiente) tinha delineado que as obras ficariam prontas antes da abertura da época balnear; a Praia do Dragão Vermelho já foi interditada devido à carência de areia.
  • Além dos atrasos, há imagens de desimpedimento de acessos e situações de risco em zonas de ocorrência de deslizamentos associadas à intervenção.

O Movimento Futuro da Costa criticou esta sexta-feira os atrasos nas obras de reposição de areia nas praias da Costa da Caparica. As intervenções, iniciadas antes da época balnear, ainda não estavam concluídas, apesar do aumento de visitantes. A atuação envolve áreas junto à praia e tem impacto direto na mobilidade e no uso do espaço.

O grupo questiona a razão do atraso e dirige o apelo à ministra do Ambiente, Maria da Graça Carvalho, solicitando esclarecimentos sobre a data prevista para a conclusão. O movimento sustenta que a demora prejudica moradores e turistas que já frequentam a região.

Atrasos, acessos e prazos

As estimativas da Agência Portuguesa do Ambiente indicavam conclusão antes de 1 de junho, início da época balnear. Em consequência, a Praia do Dragão Vermelho ficou interditada por questões relacionadas à falta de areia.

A situação tem gerado restrições de acesso e condicionamento da circulação, afetando o usufruto normal da costa. O movimento solicita transparência sobre o que está a travar o avanço das obras.

Impactos adicionais na Costa da Caparica

Fotografias e relatos indicam ainda vertentes de descolamento de terras que obrigaram a evacuação de 31 pessoas, em situações associadas ao imbróglio das obras. O parque de campismo local também alertou campistas para deixarem zonas de risco.

Enquanto as obras prosseguem, não há confirmação pública de novas datas para a conclusão. A equipa de comunicação do governo não comentou o conjunto de valores ou prazos até ao momento.

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